Diário de uma Minimalista: 4ª semana

Olááá! Já estamos quase fazendo 1 mes sendo minimalista e ainda tem roupa que eu nem usei! :O

Essa semana que passou foi muito tranquila e tenho repetido look sem peso na consciência! O mais engraçado foi o boy que disse: “Você gosta bastante desse vestido né? Tá sempre usando” HAHAHAAHAHHAHAAH

Vou viajar novamente e a leveza em levar apenas uma mochila consome o meu ser! Vai ser algo rápido, mas mesmo assim só de pensar que vou levar minutos nessa atividade, sem precisar ficar pensando muito no que eu vou usar, é fascinante!

Maaas, como tudo na  vida tem o outro lado, eu já me pego pensando no que eu vou colocar para doar quando o projeto acabar. Algumas peças já tem me enjoado… E eu resolvi tirar a bolsa dourada e já colocá-la para doação, pois ela não se encaixa na minha rotina! E muito menos cabe o meu celular…

E por falar em doação, já separei uma sacola com itens para doar e to aqui aguardando o momento ideal para isso!

Agora chega de tanta conversa e vamos ao que interessa! O apanhado da 4ª semana!

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Achei fofo! Acho que vou fazer um post com 1 mês de looks para visualizar melhor o que aconteceu no mês!

Espero que tenham gostado!!!

Beeeijo

Rah

 

Diário de uma Minimalista: 3ª semana

Oláááá! Já estamos quase pra fazer 1 mês do querido Project 333 e trouxe a 3ª semana vivendo apenas com 33 peças! Para ver a primeira e a segunda semana, é só clicar aqui e aqui!

Essa semana é a mais pobrinha de looks, pois eu quase não saí de casa! Mas mesmo assim tem coisa pra mostrar! E a cada dia tá mais fácil me apropriar do minimalismo, realmente a praticidade faz maravilhas na vida de uma pessoa! Então chega de bla bla bla e os looks da 3ª semaninha!

 

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Como disse, foi uma semana BEM parada na minha vida, praticamente fiquei em casa estudando, então não tive a necessidade de colocar roupas de sair.

Espero que gostem!

Beijo

Rah

Minimalismo em 10 pontos

Olá pessoal!!! E hoje segue mais um post sobre Minimalismo! Pode parecer um tanto repetitivo, mas acho que quanto mais informação a gente gerar, mais gente pode conhecer e assim acabar derrubando alguns pré-conceitos sobre a vida de quem escolheu não ser excessivo!

Estou monotemática nisso, pois tenho achado tão pouco conteúdo nacional, que os que eu acho na gringa trato logo de escrever! Esse post por exemplo, ele é baseado no livro “Menos é Mais” de Francine Jay, uma americana minimalista. Os demais conteúdos serão baseados nesse livro e também na Marie Kondo (chegaram os livros dela!!), a guru da organização! pois nada melhor do que viver longe de excessos e de forma organizada!

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Mas antes de tudo, porque muita gente tem se tornado adepto ao minimalismo? A resposta é quase única: para termos controle das nossas coisas, sendo capazes de decidir o que temos e o que trazemos para as nossas vidas.

E tudo isso interfere diretamente no nosso espaço. Aquele cômodo que antes parecia ser tão grande, com o passar do tempo foi nos sufocando. Agora imagina ampliar esse cômodo numa casa inteira?

O objetivo de um minimalista é criar um espaço limpo, organizado e calmo, pois os lugares que percorremos e ocupamos tem que ser sinônimo de relaxamento! E para isso precisamos ter uma atitude de nos tornas cidadãos melhores, pensando no nosso consumo e os impactos que isso causa local e globalmente.

Uma simples economia de espaço no guarda-roupa pode melhorar o mundo na forma como elas são produzidas! E para isso precisamos ter em mente a seguinte máxima

As coisas estão para nos servir, e não o contrário!

Então vamos aos 10 pontos sobre Minimalismo?

1. Veja suas coisas pelo que elas são

Tudo aquilo que compramos ou ganhamos basicamente se encaixa em três categorias: coisas úteis; coisas bonitas e coisas afetivas. A gente tem o costume de comprar coisas por achar que são úteis mas que quando o objeto entra na nossa rotina o que fazemos? Guardamos em caixas, gavetas e lugares que raramente vamos nos lembrar.

Mas antes dessas coisas se categorizarem, elas entram na nossa casa porque nós permitimos, então antes de comprarmos algo devemos fazer o exercício de pensar se aquilo nós queremos ou precisamos. E com isso pensar em todos os porquês (isso será mais detalhado num dos pontos do minimalismo).

Algo útil é algo utilizado (e com frequência, de preferência). Se você tem aqueles itens caracterizado como “por via das dúvidas” ou “posso precisar disso mais tarde” está na hora de você pensar no seu descarte.

O útil as vezes está ligado no quesito “eu gosto de olhar para isso”. Mas se você realmente gosta de olhar para isso, você reserva um lugar especial? ele tem um lugar de destaque na sua casa ou trabalho para que realmente seja contemplado? Esse objeto lhe traz alguma alegria e satisfação ou você tem que expor apenas para satisfazer o outro? Se aquilo que você guarda tem um lugar de destaque, deixe-o naquele lugar. Entretanto, se você tem algo pelo senso de obrigação ou para comprovar que você fez algo, é melhor rever alguns conceitos…

Ver as coisas como elas são é justamente lançar um olhar crítico para tudo que você e ver se elas tem alguma utilidade prática na sua vida, se traz tranquilidade. Caso contrário, mesmo que seja um objeto afetivo e não te traga facilidades, ele merece ter outro caminho!

Mas vale lembrar que você tem o poder sobre suas coisas, os itens dos outros é um ambiente que é preciso muito cuidado!

A regra geral é se você se deparar com algo inútil, feio ou inidentificável, desapegue!

2. Você não é aquilo que possui

Para este item cabe a máxima “Ame pessoas e use coisas, o contrário não funciona”. Mas também entramos em conflito com a carga de propagandas que somos expostas diariamente e o tempo todo!

O mercado insiste em nos reduzir e nos definir a partir da lógica das coisas que temos. Só seremos lindas se usarmos tal marca; poderosos se comprarmos tal carro e por aí vai.. Esse tsunami de “tem que ter” cria na gente o que chamamos de coisas de aspiração, ou seja, adquirimos algo para impressionar o outro e até um eu que não existe.

Tudo vira status. A metragem, a quantidade, a grife vira sinônimo de que estamos sendo observados o tempo todo. E esse é o grande desafio de ser minimalista! Tentar viver num mundo em que a mídia ataca constante que para ser devemos ter (e ter muito).

Mas o que devo fazer quando eu percebo que algo que tenho não se traduz naquilo que eu realmente sou? A chave disso é de sa pe gue. Crie espaço criativo, de libertação, de paz para você! Revenda, doe, faça a roda mercadológica girar de outra forma! Pense no impacto do seu descarte.

Somos também levados pelas coisas afetivas. Muitos de nós guardamos (no sentido literal mesmo) coisas tão antigas, nossos troféus de escola, itens de alguém muito querido… Mas se você tem essas coisas que estão guardadas em caixas, de qualquer jeito e que apenas estão acumulando para satisfazer a sua memória, é hora de dar outro caminho para isso. É necessário uma libertação do seu passado, até porque você não precisa ficar provando nada a ninguém!

Aqui, a regra geral é compreender que não somos aquilo que temos. Somos aquilo que fazemos, que pensamos e quem amamos. Precisamos nos livrar do acúmulo de lembranças que não nos agregam, para assim termos tempo, energia e espaço a fim de trazer quem realmente somos à tona e focar no nosso potencial.

3. Menos coisas = menos estresse

Já parou pra pensar que quando temos menos coisas a gente tem menos irritação? Pois não precisamos gastar tempo limpando coisas que raramente usamos, consertando coisas e tentando arrumar espaço para algo que apenas vai ficar escondido, não é mesmo?

E se formos mais a fundo, a consequência do turbilhão de propagandas é que nos estressamos pelas coisas que não temos! Acaba sendo criado um sentimento de privação, daí o que acontece? Ficamos mais estressados planejando comprar aquilo; depois que compramos vem a carga de responsabilidade que esse item traz (limpar, manter funcionando, levar para o conserto e etc); depois nos estressamos porque parece que o dia nunca rende (opa, todo mundo já disse pelo uma vez na vida que o dia precisa ter mais que 24 horas).

Por justamente estarmos atolados de equipamentos que nem sempre facilitam a nossa vida, a gente tem a sensação de nunca rendemos o suficiente. E o drama surge quando lembramos que éramos mais felizes sem esse tanto de treco…

E a regra geral para esse item é que podemos sim voltar a ser feliz sem o excesso! E essa autoanálise e quase constante é algo que faz parte da vida de quem quer seguir o minimalismo!

4. Menos coisas = mais liberdade

O título por si só é bem esclarecedor né! Mais liberdade significa mais tempo para fazer aquilo que gosta, significa mais espaço e uma reflexão importante que isso traz é

Suas coisas teriam o poder de prendê-lo a um algum lugar?

Coisas podem funcionar como âncoras. Elas nos ficam e nos impedem de explorar novos interesses.  O excesso e a bagunça geram mal humor, pois sempre nos sentimos mais sufocados em meio a lugares cheios. Nosso cansaço aumenta, ficamos preguiçosos e letárgicos num cômodo abarrotado, não é mesmo?

Agora imagine uma vida com menos coisa, ou seja, mais leve? Até a nossa expressão facial muda só de imaginar esse cenário! Ficamos mais alegres, mais leves e com energia!

Aqui vale lembrar que menos coisas é ter menos coisa mesmo! Não é ter tudo escondido em gavetas para passar a impressão de que temos menos coisa!

Ou seja, para nos libertarmos mentalmente precisamos de fato nos livrar de verdade das coisas! E a situação que mais se encaixa nessa figura é quando vamos viajar! Sempre que viajamos com malas pesadíssimas ficamos mais letárgicos, mais estressados e mais cansados! Porque tivemos um trabalhão em montar a mala, em despachar a mala, perdemos tempo esperando a mala na esteira, ficamos cansados em puxar a mala e ainda já ficamos pensando no trabalho que vai dar para colocar tudo de volta e finalmente voltar para a casa! Ufa! Até eu fiquei cansada só de escrever isso!

Agora quando olhamos um mochileiro ou uma pessoa com uma mala compacta, o semblante de tranquilidade dessas pessoas é invejável! A partir do momento que não ficamos mais acorrentados a isso, tudo flui!

Logo, ser minimalista é ser mais ágil e é ter a liberdade e a flexibilidade de se movimentar por aí, sem carregar peso sem necessidade!

Eu estou experimentando isso e realmente como tudo muda! Viajei e levei uma bagagem de mão e como meu tempo rendeu! Rendeu desde o momento que eu comecei a arrumar a mala! Não precisei despachar, não precisei esperar a esteira me entregar a mala, nada disso! Desci do avião e fui embora para o meu destino, deslizando pelo aeroporto na maior tranquilidade.

Com isso, a regra geral é quanto menos bagagem carregarmos (tanto física quanto mentalmente) mais podemos aproveitar!

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5. Desapegue-se de suas coisas

O desapego é a chave para quem quer ter uma vida minimalista e mais organizada, consequentemente. Não podemos deixar que objetos tenham o poder de nos prender.

Precisamos nos desapegar com consciência, deixando para a nossa vida apenas aquilo que tem utilidade para gente! É no desapego que ficamos mais leves, criamos mais espaços!

6. Seja um bom porteiro

Como eu disse lááá em cima no item 1, o que entra na nossa casa e nas nossas vidas só entra porque permitimos! E a nossa permissão precisa estar permeada pelos seguintes fatores “precisamos ou apenas queremos?”

O minimalismo segue justamente isso! Precisamos avaliar como cada coisa entrou na nossa vida e precisamos avaliar se merece a sua permanência ou não. Mas como pensar isso? Pergunte-se sempre a cada compra:

  • Isso merece um lugar na minha casa?
  • Que valor isso vai acrescentar?
  • Vai facilitar a minha vida?
  • Tem um lugar para isso?
  • Vai ter longa permanência?

Precisamos ter essa lógica antes de comprar pois a partir do momento que criamos um laço afetivo com algum objeto, o seu desapego já se torna um pouco mais complicado!

Com isso, a nossa regra geral para esse “mandamento” é que precisamos pensar na nossa casa como um espaço sagrado, não como um depósito!

7. Um abraço no espaço

É no espaço que a vida acontece!

Simples, é quando estamos aproveitando um momento é ali que a vida está acontecendo! Quando estamos “presos” no meio de tanto equipamento, aplicativos e móveis, na verdade estamos tentando sobreviver no meio do caos!

Espaço é o bem mais precioso, tanto que a falta dele nos perturba demais! E precisamos sempre pensar que ele é imutável, o que muda são as nossas prioridades. Com isso, cada coisa nova que trazemos para casa é um espaço que estamos perdendo. E damos mais valor quando justamente perdemos o nosso espaço.

Aqui não podemos pensar espaço como vazio. Espaço é uma área útil para você, onde as coisas podem fluir. Você não tem que ocupar todo o espaço que surgiu. Se você mora numa casa de 300m² você não tem que ter 300m² de objetos!

A nossa obrigação é sermos capazes de nos mover e nos expressar de maneira livre e isso só acontece quando temos espaço! Só conseguimos pensar, criar quando sentimos a nossa mente com espaço!

Aqui a regra geral é remover todas as coisas que não são mais importantes, evitando assim o acúmulo!

8. Aproveite sem possuir

Aqui temos um choque com o capitalismo selvagem! Ser minimalista é pregar isso: aproveitar sem possuir! E o danado do capitalismo diz que para aproveitar temos que possuir…

Ao buscar um estilo minimalista, precisamos parar com a ideia de que precisamos recriar o mundo exterior na nossa casa. Ou seja, se gostamos de café, não precisamos comprar aquelas máquinas quase profissionais para ter uma cafeteria em casa. É mais proveitoso viver a cidade do que se reclusar em casa. Assim você pode aproveitar algo que gosta muito quando tiver vontade sem precisar armazenar e cuidar de toda aquela tranqueira!

Porque como foi dito, tudo aquilo que adquirimos traz uma carga de responsabilidade e acho que não precisamos ter responsabilidades a toa… Se você não tem tempo de limpar ou de levar para o conserto, ou se tem a tendência de entocar algo quando vai perdendo a utilidade na sua rotina, é melhor aproveitar o que você tanto gosta sem precisar possuir!

Aqui a regra geral é precisamos reduzir a quantidade de coisas em casa que exigem cuidado e atenção desnecessários!

9. O prazer do suficiente

Mas afinal, o que é suficiente? Segundo o dicionário, suficiente é o adequado para a vontade ou a necessidade; o bastante para o propósito ou para satisfazer o desejo.

É aí que o perigo mora! É no desejo que somos levados a consumir inconscientemente, principalmente porque temos a mania de comparar a nossa vida com a do outro… “a grama do vizinho é sempre mais verde”

E para que a gente não caia no erro precisamos admitir que sempre vai ter alguém com mais coisa do que a gente! E com isso temos que nos autoanalisar, vendo se o que temos é o suficiente para a gente, sem comparações! Se cabe na nossa rotina, no nosso orçamento, no nosso estilo… Precisamos sempre observar se as nossas necessidades estão sendo supridas e se tiverem, pra que comprar mais?!

Isso tem sido uma batalha que eu travei comigo mesma… Eu tenho roupas suficientes, em ótimo estado de conservação, mas ainda sim parece que não é o suficiente… Então na hora da compra sempre fico em mente o querer ou o precisar de fato.

10. Viva com simplicidade

Ufa! Finalmente chegou o último ponto do minimalismo! Sem sombra de dúvidas esse post não é nada minimalista hahaha

Simplicidade não é viver na miséria, no sofrimento. É saber bastar-se, compreender o suficiente, pois cada extra que adquirimos é um espaço a menos e um impacto a mais que estamos causando, não só no meio ambiente como também nas relações trabalhistas (que já vimos como o mundo da moda pode ser cruel sobre isso).

Precisamos compreender de que não vivemos no vácuo. Que toda ação tem uma reação e que o nosso consumo reflete diretamente no nosso planeta. Nosso estilo de vida causa impacto nas pessoas, pois sem imaginar podemos estar financiando o trabalho escravo, por exemplo.

Mesmo que ainda seja caro, precisamos incentivar o consumo local, de produtores locais. Precisamos enriquecer aqueles que nos cercam, precisamos adquirir produtos com baixo impacto. Precisamos aprender a doar, a revender, a comprar de segunda mão. Os brechós de hoje em dia estão totalmente repaginados!

Aqui a regra geral é que comprar menos é o alicerce do estilo de vida do minimalista. Comprar consciente e nos limitar ao comprar o essencial, reduzindo assim o impacto do nosso consumo. Não precisamos comprar algo que só porque está na moda!

Vamos todos minimizar os rastros do nosso consumo pessoal!!

Espero que tenham gostado do post!!!

Beeeijo

Rah

 

Diário de uma Minimalista: 2ª semana

Olááá! Voltei com o diário de uma minimalista e dessa vez mostrando os looks da 2ª semana!

Se você não viu a primeira semana, clica aqui! Achei essa semana bem mais tranquila que a primeira, mas as vezes batia uma saudade das minhas outras roupas… Porém, como o minimalismo faz com que a gente mergulhe de cabeça na definição do nosso estilo, essa semana alguns conceitos meus só estão se concretizando.

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Por exemplo, não sou a maior fã de calça jeans mesmo. E aqui tá frio, então não temos muitas opções para proteger as pernas do frio, mas mesmo assim me dava um certo bode quando eu tinha que vestir jeans. Mas no geral foi uma semana boa, sem crise e a rapidez de se vestir continua a mesma! Sério, to amando essa parte! ❤

Agora vamos aos looks?

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As fotos estão meio sem formato porque eu migrei do selfie no espelhão para o tripé amado que chegou!!! Os demais ajustes vão vir com o tempo, pois percebi que a iluminação do apartamento não é tão maravilhosa assim ao ponto de não precisar usar o flash :/ Mas na 3ª semana vou testar com o flash e quem sabe a nitidez não melhore!!

Espero que gostem do post e se inspirem para novas possibilidades!

Beeijo

Rah

 

Minimalistas para seguir!

Eike monotemática!!!! hahahaha Mas é sério, esse tem sido um assunto MUITO interessante e tenho tanta coisa para falar que acho que vale a pena ser quase monotemático!

Depois de muito procurar, percebi que isso tem sido um estilo de vida ainda pouco explorado no Brasil, talvez seja porque os brasileiros amam uma comprinha né! Ainda mais com a chance de parcelar em 3 encarnações! Não sei, as vezes acho que tanta facilidade na compra a gente acaba não pensando direito sobre o reuso, novas formas de se vestir e etc.

Então, hoje resolvi listar 4 minimalistas para seguir já com foco nas brasileiras para facilitar a nossa vida! Sobre a Courtney você pode ler aqui

  1. Marie Kondo

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Essa japonesa é considerada a musa, a guru de quem quer ter uma vida menos entulhada, com mais foco e mais felicidade! Já escreveu alguns livros sobre a mágica da organização e tem como lema “Fique apenas com coisas que te trazem alegria”. Parece coisa boba né? Mas as vezes a gente tem um apego com certas coisas que não necessariamente nos traz alegria! Ela é criadora do método KonMari que mostra como uma vida organizada de forma simples pode te trazer menos distrações na vida!

O instagram dela é esse aqui

E a fanpage dela é essa aqui

2. Marieli Mallmann

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Essa menina é maravilhosa! Claro que ela tem um estilo super hipster mas mesmo assim trata o assunto minimalismo de uma forma super esclarecedora! Dona do blog Compra-se um fusca, ela tem um canal no youtube com vários vídeos super bons!

Apesar de novinha, ela tem uma consciência muito boa, tanto que aborda sobre veganismo e tem um estilo maravilhoso! Ela é uma das poucas brasileiras que vejo falando sobre minimalismo por aqui e acho interessante trazer essas referências que vivem no mesmo país que a gente, assim torna tudo mais paupável!

O canal dela é esse aqui

A fanpage dela é essa aqui

3. Luiza Ferro

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É uma brasileira que mora no Canadá e tem um canal no youtube que aborda bastante o tema Minimalismo. O blog dela não é tão atualizado quanto o seu canal, mas tem vários posts contando a trajetória dela no minimalismo!

Ela fala sobre consumo consciente, a busca pelo seu estilo pessoal, a história que a sua conta e várias coisas sobre organização!

O canal dela é esse aqui

E o blog dela é esse aqui

4. Camile Carvalho

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Carioca e professora de yoga, ela trata o minimalismo em várias faces! Fala sobre o slow living, mundo zen e minimalismo como estilo de vida! Dona do Vida Minimalista, é outra blogger que trata o assunto com uma super leveza! Ideal também para quem começar a investir nisso mas não sabe por onde começar!

O blog dela é esse aqui

 

Espero que vocês curtam essas referências e é sempre bom lembrar que minimalismo não é ter uma parede branca com itens cinzas, ou uma sala vazia, ou apenas ter 40 peças no armário! Minimalismo é pensar na utilidade daquilo que você tem, trazendo assim agilidade no seu dia a dia!

Beeijo

Rah

1ª semana sendo Minimalista

Olááá! Eis que finalmente eu consigo sentar para poder escrever como foi minha primeira semana sendo minimalista!

Para quem ainda não tá acompanhando, já faz um certo tempo que tenho caminhado no sentido de ser mais consciente sobre tudo: finanças, amizades e claro que isso iria refletir no que eu visto e no que eu como. Então desde que assisti o documentário Minimalism (clica aqui para ler a resenha dele) e vi sobre o Project 333 (só clicar aqui) que eu decidi também fazer esse desafio e foi postado nessa matéria aqui!

Eis que terminou a primeira semana e vou postar os looks que consegui montar! Vamos ver?

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Decidi fazer uma montagem assim pois acho que fica bem melhor de visualizar a semana! E o tripé da câmera tá pra chegar, então vai ter um up na visualização delas!

Como podem perceber, foi a semana da blusa vermelha HAHAHAAH mas calma, ela foi lavada! E ao mesmo tempo foi um tipo de estalo de que tive em que “meu deus, eu realmente consigo usar a mesma peça mas com propostas totalmente diferentes!”

E pode perceber que usei o mesmo short e a mesma blusa, bastou colocar uma meia calça que o look ficou totalmente diferente!

Mas como foi a primeira semana?

Primeiramente ela foi à prova de TPM e aí a gente fica meio de saco cheio de tudo. Mas um ponto extremamente positivo é como o processo de me arrumar despencou! Sério, quando eu to enrolando pra me vestir demoro no máximo 3 minutos! haahhaah

Depois surgiu uma viagem rápida e arrumar mala demorou menos de 5 minutos e coube tudo numa bagagem pequena, do tipo nem precisar se preocupar em pagar pra despachar!

No meio da semana fui colocar uma roupa que eu lutava para vestir, porque sempre me achava estranha nela, sei lá, o caimento era estranho. Não consegui nem passar um dia inteiro vestida nela, porque depois que você experimenta o prazer em se sentir bem com aquilo que está vestindo, qualquer coisa que incomode você não pensa duas vezes em passar pra frente. Escolhi uma peça que me deixa feliz e pronto! Foi só amor! ❤

Então como “lição” desse desafio é justamente você se sentir bem, experimentar novas combinações, é uma auto-análise bem consciente e isso vai refletindo nas outras etapas da vida, mas é claro que é uma evolução devagar mas acima de tudo muito gostosa de viver!

Final de semana tem fotos da 2ª semana! E espero vocês!

Beijo

Rah

 

Você precisa conhecer o Projeto 333

Olá Belezinhas!!! No post passado tinha citado um documentário que eu amei no Netflix que fala sobre Minimalismo e uma das pessoas entrevistadas é uma americana chamada Courtney Carver, criadora do Project 333 que visa simplificar a vida das pessoas na hora de se vestir.

De início eu achei algo bem ousado, porque ela “desafia” as pessoas a usarem apenas 33 peças de roupas por 3 meses, isso incluindo acessórios e sapatos. Ela resolveu fazer isso pois descobriu que tem Esclerose Múltipla e uma das indicações médicas era diminuir ao máximo o seu nível de stress. Ao analisar a própria rotina, ela percebeu que o momento de se vestir causava isso, pois ela abria o armário dela e se deparava com inúmeras roupas e nunca sabia o que vestir, o que tinha no armário e isso tomava um certo tempo dela da manhã e mesmo assim nunca ficava satisfeita com o resultado final.

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Em seu próprio site, Courtney afirma que o Project 333 não é um projeto de sofrimento, onde as pessoas tem que se privar do que mais gosta. Até porque se você parar pra analisar, mesmo tendo um armário cheio de roupas, você normalmente usa sempre as mesmas! Então ela decidiu o número de 33 peças pois achou uma quantidade desafiadora e por um período de 3 meses para ter um armário bem minimalista, mas que supra todas as suas necessidades.

O minimalismo tem sido uma tendência internacional, tanto que no youtube tem várias pessoas fazendo esse desafio. Mas a saber, minimalismo não é apenas ter um mínimo de peças possíveis. E sim ter um armário inteligente, com peças que conversem entre si, gerando vários looks diferentes e que se encaixe na rotina. Você pode ter 100 peças, mas desde que as use sempre, caso contrário você é um entulhador de objetos! hahaah

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As regras em seu site são as seguintes:

Período: a cada 3 meses para ter um armário cápsula sazonal;

O que: 33 itens, incluindo acessórios, jóias, roupas e sapatos;

Como: escolha suas 33 peças, o ideal é você separar numa arara ou num espaço vazio para visualizar melhor o seu novo armário inteligente! Mas se não tiver esse espaço, é preciso reservar algo no seu próprio armário para não confundir com as outras peças!

Adicionais: tenha em mente que esse será um armário inteligente, ou seja, tem que estar de acordo com a sua rotina de trabalho, viagens e etc. Se uma peça de roupa no seu armário estragar ou até mesmo a perder a qualidade, faça a troca! O ideal não é você terminar os 3 meses se vestindo com cacarecos de roupas!

O legal disso tudo é o pré minimalismo, onde você precisa olhar o seu guarda roupa por inteiro, ver o que está em boas condições, o que faz o seu estilo. Se algo já não faz mais parte do que você é agora, doe!

Depois disso, comece a separar itens que você ama, pois assim ficará mais fácil na hora de se vestir! Olhando sempre se as roupas combinam entre si, se você consegue sair diferente mesmo usando um número reduzido de peças. E o principal, não foque se as pessoas vão perceber ou não se você está repetindo roupas, o importante é você fazer um exercício de criatividade e principalmente, poupando seu tempo na hora de se arrumar.

Além dela ter elencado as suas regras de como fazer, ela também se preocupou no que não colocar nesses 33 itens:

  • Anel de noivado ou qualquer item que você considere como sentimental e que você não tira sob hipótese alguma;
  • Lingerie;
  • Roupas de dormir;
  • Roupas de ficar em casa;
  • Roupas de academia.

Mas a saber, todas as roupas de ficar em casa e de academia tem que ser usadas nessas únicas funções! Não vale “driblar” o projeto!

Courtney afirma que você pode criar suas próprias regras, mas todas elas tem que condizer com a sua rotina!

O Minimalismo tem como lado positivo você poupar tempo e focar naquilo que realmente interessa, além de poupar uma graninha né! Eu estava pensando nisso esses dias, a gente perde muito tempo pensando no que vestir, experimentando pelo menos 2 tipos de looks e a gente sempre acaba vestindo o 3º sem muito ânimo. Depois que você começa a pensar mais minimalista, na hora de comprar a gente começa a pesar se aquilo realmente combina com a gente, se o preço x benefício compensa, se estamos querendo algo ou realmente precisando…

Eu jamais vou falar que não precisamos comprar nada, que temos que viver com tudo aquilo que temos, mas sempre digo que precisamos ter um profundo auto-conhecimento do nosso estilo, do nosso corpo para a partir daí começarmos a comprar coisas que nos satisfaçam e que a gente se sinta bem na nossa própria pele.

Para quem tiver curiosidade, o site da Courtney se chama Be More With Less e para quem estiver disposto, vamos começar a fazer esse projeto?

Beeeijo

Rah