O transporte público em Berlim

Eu já falei sobre a experiência de pedalar em Berlim aqui, e também comentei que desde que vim pra cá eu não dirijo e não sinto a menor falta. Hoje eu mostro outro meio de locomoção disponível na cidade: o transporte público, que é de qualidade!

Em Berlim você acha ônibus, trem, metrô, e bondes, e essas quatro opções são suficientes pra você ir para os locais mais distantes da cidade sem precisar de um carro.

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O bonde, também conhecido como Tram – esse da foto é uma versão mais antiga, mas muito fofo (eu adoro os Trams kkkkk)

Além disso, utilizar o transporte público daqui é muito simples: basta comprar um ticket compatível com a sua necessidade, e embarcar. Ele pode ser para um viagem de curta distância, bicicletas, estudantes, turismo, para um dia inteiro, um mês, ou você pode comprar um pacote anual. Geralmente o ticket comprado vale para todos os meios de transporte da cidade.

Outra coisa que acho muito interessante é que aqui não existem catracas para acessar o transporte público. Você simplesmente compra seu ticket em uma máquina, em seguida você o valida em um aparelho que marca a data e hora do momento (sendo que alguns tickets não precisam de validação), e pronto, pode entrar no transporte público. A única “exceção” para essa regra é o ônibus, onde você deve mostrar seu ticket para o motorista.

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Da esquerda pra direita: a máquina onde o ticket é vendido (há opções de compra em inglês e outras línguas), o aparelho de validação, e um ticket diário já validado

Porém, atenção! O fato do transporte público não possuir catracas não significa que não há fiscalização. Ela existe e normalmente é realizada por fiscais à paisana. Quando você menos espera, uma pessoa com a aparência de um passageiro saca um crachá, uma maquininha, e sai pedindo pra ver os tickets das pessoas e, em caso de irregularidade, você será multado em 60 euros.

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Sem catracas, você entra e sai de boa

Fora o que citei acima, para facilitar ainda mais a vida de quem anda por aqui, existem pelo menos 2 apps que mostram os melhores caminhos utilizando o transporte público berlinense, fora que o próprio Google já faz isso. Basta acessar mapas, colocar seu local e destino, clicar em “rotas” e depois no ícone do bonde/ ônibus (nunca sei de qual deles é o ícone kkkkkk alok), e pronto, você terá não só o melhor caminho para chegar em um determinado local usando o transporte público, bem como você terá o horário preciso no qual ele irá passar.

Por falar nisso, via de regra o transporte público daqui é bem pontual. Nas estações de trem, bonde e metrô há sempre um painel eletrônico mostrando qual a direção dele e quanto tempo falta para ele chegar (na ocasião de obras na estação o painel pode ser trocado por um papel com os horários). Já no caso dos ônibus, há sempre uma plaquinha nos pontos mostrando os horários nos quais eles passam.

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No canto esquerdo superior da foto dá pra ver o painel eletrônico que identifica a linha do metrô e o horário que ele passa

Claro que a Alemanha é um país, e não um paraíso. Atrasos acontecem, e transporte lotado também, porém, mesmo assim, acho tudo muito tranquilo. Os preços são justos, a maioria esmagadora das pessoas é super educada, e mesmo que um transporte atrase ou não apareça por alguma razão, há sempre uma alternativa (exemplo, o trem não vai passar por causa de uma reforma nos trilhos, então um ônibus faz a rota dele).

Conclusão: com a minha bicicleta velha e esse transporte público super eficiente, só Deus sabe quando eu vou dirigir novamente (já já faz um ano desde que sentei no banco do motorista pela última vez, vou fazer um bolinho pra comemorar kkkk).

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Beijão pra vocês :*

Vivi.

 

Bate e volta Berlim – Nürnberg

O post de hoje vai ser quase como um diário de viagem com dicas para dois lugares bem legais!

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Gente, que lugar lindo!

Porém, antes de tudo é preciso contextualizar. Eu e meu marido moramos em Berlim e trabalhamos em uma empresa sediada no sul da Alemanha, na cidade de Nürnberg. De tempos em tempos rolam umas comemorações que reúnem os funcionários, e na última sexta foi a vez da festa de verão, no lago Kleiner Brombachsee.

Saímos de Berlim às 8:30 da manhã da sexta-feira, e encaramos uma viagem de 5h e 30min de duração até chegarmos em Nürnberg. De lá, pegamos um carro, passamos por vários vilarejos super fofos, e em uma hora chegamos ao Kleiner Brombachsee.

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O lago maravilhoso.

O lago fica em uma região mais isolada, e me impressionou muito por sua história (já que ele é artificial) e organização. O local é lindo, e tem opções para os mais diversos gostos, como restaurantes, áreas para acampar e fazer churrasco, mini golf, escola para cachorros, e programações na água, como stand up paddle.

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Acho que não preciso dizer que a festa foi ótima! Comemos muito churrasco e nadamos no lago gelado (hahaha) e, quando anoiteceu, voltamos para Nürnberg.

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Churrasquinho da firma hahaha.

O dia seguinte foi só de turismo! Nürnberg tem 517.498 habitantes, e muita história. Apenas para ilustrar, a primeira menção documentada sobre a cidade data de 1050, e é sobre o seu Castelo Imperial.

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Vista do centro histórico de Nürnberg de cima do Castelo Imperial.

O centro histórico da cidade é lindo, todo murado e com muitas coisas medievais, e em cada esquina há algo interessante. Em nosso passeio vimos várias igrejas (há muitas nessa região), o Castelo mencionado acima, o Museu dos Brinquedos, dentre outras coisas.

Vale lembrar que o centro histórico de Nürnberg foi bastante destruído após a segunda Guerra Mundial. Contudo, ele foi reconstruído a partir de planos originais existentes desde a Idade Média, e hoje está de pé, recebendo muitos turistas!

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O Castelo Imperial.

Nosso passeio terminou após irmos até um Café de Gatos onde você come e toma suas bebidas, e eles ficam dormindo ou brincando com os visitantes (amei demais esse lugar, pois sou a louca dos gatos hahaha).

Eu espero visitar Nürnberg mais vezes, e recomendo muito uma ida para essa região, pois há muitas coisas legais pra se fazer lá, e muita coisa bonita de se ver.

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Eu só queria um desses apartamentos hahaha.

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Tschüss, e até o próximo post 🙂

Beijão pra vocês :*

Vivi.

Grunewald, uma floresta em Berlim

Semana passada falei sobre andar de bicicleta em Berlim, e o tema de hoje tem uma certa conexão com o meu post anterior.

Eu e meu marido estamos criando o hábito de fazer longas pedaladas no final de semana com o objetivo de explorar mais a cidade, e ontem decidimos ir a um local distante e diferente.

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A floresta.

Grunewald é uma floresta de 3.000 hectares na região ocidental de Berlim, sendo a maior área verde daqui. Nós chegamos lá por uma de suas bordas, e não pela entrada principal, passando pela estação de trem Heerstraße, e pedalamos por uma rua para bicicletas (mas por onde também circulam carros) até entrarmos na floresta.

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Rua que nos levou até a floresta.

Eu amo a natureza, adoro parques e atividades ao ar livre, e esse local proporciona tudo isso. A região é enorme, e ótima para pedalar, caminhar e correr, contando com muitas opções de diversão.

Durante nossa jornada pequena excursão, nós pedalamos por dentro da floresta, depois fomos para o Ökowerk, que é um centro de conservação da natureza (e que disponibiliza programações para crianças), e passamos por um lago com uma área de nudismo (digo logo que isso é MUITO normal por aqui, e nós vimos muitas bundas e gente como veio ao mundo se bronzeando na grama).

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O início da nossa pedalada na floresta.

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Parte do Ökowerk.

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O lago (sem os nudistas, pois não rola postar foto de gente pelada hahaha).

O passeio todo, saindo de casa e pedalando pela floresta, totalizou cerca de 30 km. Porém, a região é bem grande e nós não tivemos a oportunidade de ver tudo que tem por lá. Além do que mencionei, em Grunewald você ainda encontra pelo menos um bistrô, um bar, uma torre com uma vista bem bonita, e a maior elevação de Berlim (115 metros).

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Bistrô fofinho do Ökowerk.

Deixo aqui apenas uma dica de amiga: se você decidir fazer esse passeio em uma época mais quente (estamos no verão), leve um repelente de mosquitos, pois lá tem muitos.

Por fim, eu super recomendo uma visita à floresta Grunewald. O lugar é lindo, e em cada canto você descobre algo novo e diferente para observar e se aventurar.

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Uma das várias pistas por dentro da floresta.

Aqui está o link em inglês para o site Visit Berlin, explicando um pouco a respeito da floresta, aqui está o link em inglês da Wikipedia, que também fala sobre essa região, e aqui está o link em alemão do Ökowerk. Todos podem ser traduzidos com a ajuda do Google Tradutor 🙂

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Até a próxima 🙂

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Beijão pra vocês :*

Vivi.

Pedalando em Berlim

Eu não dirijo desde que me mudei pra Alemanha e, sinceramente, não sinto a menor falta (eternamente traumatizada com o trânsito recifense). Desde que vim pra cá, eu resolvi aproveitar o excelente transporte público que o país tem pra oferecer. Foi aí que notei um número bem grande de ciclistas em Berlim, o que despertou a minha curiosidade.

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Confesso que a ideia de usar a bicicleta como meio de transporte diário era algo que me assustava. Eu realmente tinha medo de sofrer ou causar um acidente, e comecei a perguntar para amigos e conhecidos sobre o assunto: é tranquilo, é favorável seguro?

Como a resposta era sempre positiva, eu decidi dar o primeiro passo e comprei uma bicicleta usada (de acordo com minhas pesquisas, ela é uma edição de 1979 hahaha). Posso dizer que essa foi uma decisão muito acertada, pois pedalar aqui é simplesmente maravilhoso.

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Todo mundo pedalando!

Berlim possui cerca de 620 km disponíveis para bicicletas, e uma estrutura impressionante para aqueles que gostam de pedalar. São ciclofaixas em calçadas e ruas, espaços para ciclistas em faixas de ônibus, sinalizações, tickets de transporte público apenas para as bicicletas, e mais. Aqui, pedalar é algo muito sério, tanto é que as crianças aprendem desde muito cedo.

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Mamãe ciclista com o filho, ao lado de um semáforo para bicicletas.

Entretanto, o que mais me impressionou foi o respeito. No início eu ficava meio aterrorizada com a ideia de pedalar em uma rua cheia de carros, mas depois vi que o medo era infundado.

Os motoristas aqui são fortemente encorajados a proteger aqueles mais vulneráveis. Dessa forma, você pode andar devagar e tranquilo com sua bicicleta em uma rua que ninguém atrás de você vai buzinar ou te intimidar. Simplesmente vão ter paciência com seu ritmo (é lindo, sério).

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Ciclofaixa é coisa séria e os motoristas respeitam.

Além da boa estrutura oferecida para os ciclistas, e do respeito geral que há aqui, existe também toda uma questão de segurança envolvida, com requisitos que devem ser cumpridos para que sua bicicleta possa rodar. São eles uma buzina, freios em ordem, refletores nas rodas, e luzes dianteira e traseira. Eu já fui parada em uma blitz para ciclistas e tudo isso foi checado, inclusive a procedência da minha bicicleta.

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Bicicleta nos conformes, com buzina e luz dianteira. Porém, tem alguma coisa faltando…

E é aí que mora um tema polêmico. Berlim é uma cidade com um histórico extremamente baixo de crimes violentos, porém alguns furtos são comuns, dentre eles o de bicicletas e suas peças. Imagina a cena, você deixa a coitada estacionada, pernoitando em um local, e no outro dia ela não está lá (ódio). Portanto, se é pra adquirir uma, lembre-se sempre de comprar uma trava das boas, pois vale muito o investimento, deixando-a bem presa em uma região segura e preferencialmente iluminada (mas fiquem de boa que ninguém vai ameaçar vocês com uma arma pra levar a bicicleta).

Hoje eu só uso o transporte público em caso de chuva média pra forte. No mais, vou pra todo canto pedalando, seja pra trabalhar, estudar ou passear, e amo. Eu relaxo, admiro a paisagem, e quando vejo, cheguei ao meu destino 🙂

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Foto meramente ilustrativa, pois essa não sou eu hahaha.

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As fotos deste post foram tiradas pelo meu amigo maravilhoso Luan Caja. Vejam mais no Instagram dele!

Beijão pra vocês :*

Vivi.

 

Beleza na Alemanha: conheçam a DM.

Eu dedico o post de hoje para aqueles que, como eu, são apaixonados pelo mundo dos cosméticos.

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Sim meus amigos apaixonados pelo mundo da beleza, nosso paraíso é aqui, na DM.

A DM, Rossman e Douglas são as drogarias mais famosas da Alemanha, sendo que as duas primeiras são bem parecidas e vendem produtos que eu chamaria de mais “populares”, com uma variedade maior de itens, enquanto que a última não é beeem uma drogaria, mas sim perfumaria, e tem uma abordagem mais restrita e mais cara. Contudo, elas têm algo em comum: muitos perfumes, maquiagens, esmaltes e creminhos.

Hoje vou falar especificamente da DM, que é a drogaria que eu visito com mais frequência (já que tem uma super perto da minha casa).

Como falei acima, a DM é uma drogaria, e não uma farmácia, portanto, lá não há farmacêutico, e o máximo que você vai achar no formato de um um comprimido são complexos vitamínicos e fitoterápicos. Aviso de antemão que se você está com dores fortes e/ ou precisa de um tratamento específico, seu lugar é na Apotheke – farmácia em Alemão.

A DM tem uma gama bem grande de produtos, e eu diria que seu foco principal são os cosméticos e higiene pessoal. Contudo, lá você também acha algumas comidas (geralmente bio), produtos de limpeza e até roupas para crianças e acessórios, como colares, brincos e prendedores de cabelo. Ou seja, o lugar tem muita coisa.

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Corredor com papéis higiênicos e fraldas, sabonetes, alimentos bio e miniaturas para viagem.

Focando nos cosméticos, que é o que interessa, é fácil encontrar na DM hidratantes corporais e faciais, sabonetes, máscaras para o rosto, protetor solar, maquiagens, esmaltes, produtos para cabelo como shampoos, condicionadores, finalizadores, tratamentos e tintas, dentre tantos outros itens.

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Perfumes, alguns tratamentos faciais, protetor solar e mais outros tratamentos faciais.

Entretanto, não só a diversidade de artigos é grande, mas a de marcas também. Além de vender produtos da Nivea, Garnier, L’oréal, John Frieda, OGX, Maybelline, Schwarzkopf, Essence, Max Factor, Nyx (fiquei sem ar e a lista ainda continua…), a DM também possui marcas próprias, como a Balea, Ebelin, e Alverde, que é uma linha de maquiagens e cosméticos naturais.

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Maquiagens L’oréal, corretivo True Match (que eu amo), quarteto de sombras neutras mas com um brilho lindo e tratamentos faciais da marca.

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Produtos Alverde e Produtos Essence, com foco na palette que você pode montar com as sombras que quiser da marca (cada uma custa 1,45 euros) e nos batons e demais produtos baratinhos, porém dignos.

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Produtos Lavera, de cosméticos naturais, com foco nesse quarteto de sombras que achei lindo e custa 5,45 euros.

Os preços da DM costumam ser acessíveis, inclusive quando se faz a conversão do Euro para o Real. Apenas para ilustrar, um shampoo John Frieda de 250 ml geralmente é vendido por 5,45 euros, sendo que o mesmo produto no Brasil costuma custar entre 60 e 80 reais. Essa diferença de preço não diz respeito apenas aos produtos John Frieda, já que consegui notá-la com a OGX e Nyx. Viram vantagem, né?

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Foco nos preços das tintas Olia, da Garnier, e dos produtos John Frieda: uso ambos e recomendo!

Ainda mais em conta são os produtos fabricados pela drogaria, pois, como mencionei, a DM possui seus próprios cosméticos, comidas, acessórios, e por aí vai. Eu particularmente recomendo os hidratantes da Balea, que custam em média 1,75 euros o tubo com 400 ml (os preços variam a partir das formulações dos hidratantes), e os acessórios para maquiagem da Ebelin (tem pincel kabuki por 4,95 euros e curvex por 2,45 euros). Esses não são os produtos mais fantásticos da face da Terra, porém acredito que a qualidade é ótima, especialmente quando se leva em consideração os preços.

Sei que ninguém no Brasil tem condições de simplesmente pegar um voo para Europa para dar uma passada na DM (exceto os ryckos), porém, se você pensa em visitar a Alemanha, ou outros países que tenham essa drogaria, e curte tanto o mercado da beleza como eu, aconselho fortemente que você visite o local para conferir o que ele tem para oferecer de bom.

Por fim, deixo aqui o link para o site da DM, que está em Alemão, mas que você pode traduzir com a ajuda do Google.

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Beijão pra vocês :*

Vivi.

Wanderlust, a nova coluna do blog: quem sou eu, e o que estou fazendo na Alemanha.

Antes de iniciar esta coluna neste blog falando sobre minhas aventuras pela Alemanha, eu gostaria de me apresentar e contar um pouco sobre minha vinda pra cá.

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Essa sou eu com umas camadas a mais de roupas.

 

Meu nome é Vivian Lacet Creder, sou uma advogada (que deixou o direito para trás) de Recife, Pernambuco. Conheci Raissa, a fundadora deste blog, quando morava em Manaus, há um número de anos que eu prefiro não comentar, pois não estamos tão velhas assim.

 

Vou colaborar com o blog pois estou morando em Berlim há 10 meses, e Raissa pediu para que eu escrevesse um pouco sobre essa experiência, enquanto que eu aceitei na mesma hora, pois achei a ideia excelente.

 
Eu e meu marido éramos namorados quando começamos a cogitar uma ida para o exterior, 4 anos atrás. Foram muitas conversas e possibilidades levantadas: primeiro Inglaterra, depois Canadá e, finalmente, Alemanha.

 
O que pesou na nossa vinda pra cá foi o fato da Alemanha estar na Europa, o que nos proporciona a chance de conhecer de forma mais fácil e rápida outros países e outras culturas. Além disso, a Alemanha se mostrou acessível não só sob o aspecto financeiro, mas também burocrático. É que nossas qualificações (as minhas, e especialmente as do meu marido, que trabalha com TI) se encaixavam perfeitamente naquilo que a Alemanha busca em termos de imigrantes. Hoje, depois de anos de planejamento, estamos aqui!

 
E por que sair do Brasil e deixar tudo para trás? Bem, nós estávamos em busca de uma qualidade de vida que hoje, infelizmente, o Brasil não oferece. Fora o fato de que amamos viajar e nos aventurar por aí, conhecendo novas pessoas e línguas, experimentando as comidas mais loucas e batendo perna por quantos pontos turísticos e lugares legais nós podemos.

 
Hoje, minha vida é tudo que eu sonhava, e mais. Eu estudo Alemão, trabalho, faço amizades com gente do mundo todo, viajo, dentre tantas outras coisas.

 
E é isso que eu gostaria de compartilhar com vocês: essas tantas outras coisas! Quero não só mostrar o meu dia-a-dia aqui, mas falar com vocês da forma mais próxima, direta e dinâmica possível sobre a aventura que vivo, abordando os mais diferentes temas.

 
Se vocês tiverem sugestões sobre assuntos que gostariam que eu abordasse, por favor, falem nos comentários, vai ser ótimo ouvir vocês, e, caso vocês queiram acompanhar mais de perto a minha vida por aqui, me sigam no Instagram: viviancreder.

 

Enquanto isso, até o próximo post 😊

 

Vivi.

Vivara e Star Wars

Oi gente!!!

Depois da coleção Disney, a Vivara investiu no lançamento de berloques inspirado na saga Star Wars e com valores que variam de $ 130 a $ 190 dilmas!

Todos os pingentes são de prata esmaltada e terá modelinhos de Darth Vader, Chewbacca e do robô R2D2, segue abaixo os modelinhos disponíveis com seus valores!

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Pingente Stormtrooper 130,00

 

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Pingente Yoda 140,00

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Chewbacca por 130,00

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Pingente Darth Vader por 180,00

 

São no total 18 opções de berloques! Pra quem gosta, é só ir na loja e garantir o seu!

Beijo

Rah

http://www.facebook.com/blogquebeleza