O Altes Museum

Hoje o blog tá super cultural! O Altes Museum (ou Museu Antigo, em português) foi alvo da minha curiosidade por um certo tempo, e eu resolvi visitá-lo. Fundado em 1830, ele é o maior e mais importante museu do mundo no campo da arte antiga da Grécia, Roma e Etrúria.

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Não sou uma profunda entendedora de arte ou história, porém fiquei impressionada com o acervo local, e o estado de conservação das peças. São muitas obras que datam de antes de Cristo, sendo algumas originais, e outras réplicas, e que expressam muito o contexto do período no qual foram confeccionadas.

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No museu é possível encontrar estátuas, joias, moedas, cerâmicas e vasos com as mais diversas pinturas, dentre tantos outros objetos. Lá também há explicações sobre a época de elaboração das obras, com ensinamentos sobre democracia, arte, economia, arquitetura e até hábitos funerários.

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Vale adicionar que a parte interna do museu é bem bonita, com as peças dispostas de uma forma simples, porém elegante. Contudo, o que mais gostei é que muitas obras não estão protegidas por vidros ou cordões. Assim, o visitante pode se aproximar bastante  delas (sem tocar, CLARO), apreciando detalhes que não podem ser vistos de uma certa distância.

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Apenas a título de curiosidade, o Altes Museum sofreu danos severos após a Segunda Guerra Mundial, e era em sua fachada que Hitler Você Sabe Quem dava muitos dos seus discursos. Anos depois ele passou por uma reforma para, por fim, abrigar a coleção de arte que está lá hoje.

Se você está pensando em visitar Berlim, não deixe de ir ao Altes Museum. Ele fica localizado na Ilha dos Museus, que foi dedicada pelo rei  Friedrich Wilheim IV à arte e ciência – mas esse é assunto para um próximo post!

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Beijão,

Vivi.

 

 

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Desapegos de verão e doações na Alemanha

Quando me mudei pra Alemanha precisei fazer um grande exercício de desapego. A companhia aérea permitia que eu trouxesse duas malas de 32 kg comigo, o que é bastante coisa, porém achei que iniciar minha nova vida por aqui com essa quantidade de itens seria algo, no mínimo, cansativo. Simplesmente não me imaginava entrando no país com tanta tralha, arrastando essas duas malas por aí até chegar em meu novo apartamento, que não teria espaço pra tantas coisas.

Por causa disso, reuni aquilo que eu julgava necessário, e trouxe tudo comigo. Deixei no Brasil sapatos, bolsas, perfumes, roupas, livros, e tudo que eu sabia que não usaria, ou usaria com pouca frequência.

Em alguns momentos até me perguntei se esses objetos não fariam falta, ou se não iria surgir uma ocasião na qual eu fosse precisar deles, porém eu aprendi que eu podia viver tranquilamente sem aquelas coisas, e mantive comigo só o que possuía algum tipo de utilidade.

Após um certo tempo aqui, fui adquirindo novas roupas, sapatos, bolsas e etc., e notei que eu estava acumulando mais do que eu necessitava. Assim, ontem eu fiz o exercício de analisar tudo que havia no meu armário e selecionei o que não tinha mais utilidade para mim.

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Dessa forma, surgiu o meu “desapego de verão”. E quais critérios definiram o que ficava, e o que saía? Bem, foram vários. Com o tempo mudam os nossos gostos, o nosso entendimento e visão sobre o nosso corpo, e os nossos requisitos sobre aquilo que tem alguma serventia pra nós.

Doei coisas que eu trouxe do Brasil na esperança de usá-las na primavera e no verão, e que ficaram entocadas por um ano (ou seja, zero utilidade), roupas que havia provado no ato da compra, mas que ao longo do tempo vi que não me caíam tão bem, e não me traziam felicidade com relação ao meu corpo e meu visual, tênis lindos, mas que destruíam (de verdade!) os meus pés após uma curta caminhada, e objetos que simplesmente eram incompatíveis com a pessoa que sou hoje.

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O ponto é que hoje me conheço cada vez melhor, sou muito mais segura de mim e daquilo que gosto e não gosto, e daquilo que é e não é útil para mim. O que não se encaixa nos critérios citados acima, sai (e sim, podemos viver sem essas coisas).

E o que isso tem a ver com a Alemanha?

Bem, a Alemanha é um país com um forte programa de reutilização de recursos, sejam eles quais forem. Vou abordar esse tema de forma mais profunda no futuro, mas o ponto é que eu posso não precisar dessas coisas, mas há quem as queira e a forma de repassar esses itens pra quem necessita é muito fácil.

Por exemplo, você pode deixá-los em pontos de doação da prefeitura que ficam espalhados pelas ruas de Berlim, depositando roupas nesse local, ou simplesmente colocar tudo numa sacola com um bilhetinho que diz “zur verschenken” (para dar/ doar).

Depois, é só posicionar essas sacolas na frente do seu prédio, na calçada, ou debaixo de uma árvore, que em pouco tempo elas serão levadas por quem se interessa pelo conteúdo delas (foi o que fiz).

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Três sacolas cheias prontas pra doação

De uma forma muito simples você se desfaz daquilo que não te serve (por você não gostar mais, por não vestir bem, por você ter começado a achar feio, ou apenas porque você acumulou desnecessariamente), e deixa o dia de quem precisa mais feliz.

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Beijão pra vocês :*

Vivi.

O transporte público em Berlim

Eu já falei sobre a experiência de pedalar em Berlim aqui, e também comentei que desde que vim pra cá eu não dirijo e não sinto a menor falta. Hoje eu mostro outro meio de locomoção disponível na cidade: o transporte público, que é de qualidade!

Em Berlim você acha ônibus, trem, metrô, e bondes, e essas quatro opções são suficientes pra você ir para os locais mais distantes da cidade sem precisar de um carro.

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O bonde, também conhecido como Tram – esse da foto é uma versão mais antiga, mas muito fofo (eu adoro os Trams kkkkk)

Além disso, utilizar o transporte público daqui é muito simples: basta comprar um ticket compatível com a sua necessidade, e embarcar. Ele pode ser para um viagem de curta distância, bicicletas, estudantes, turismo, para um dia inteiro, um mês, ou você pode comprar um pacote anual. Geralmente o ticket comprado vale para todos os meios de transporte da cidade.

Outra coisa que acho muito interessante é que aqui não existem catracas para acessar o transporte público. Você simplesmente compra seu ticket em uma máquina, em seguida você o valida em um aparelho que marca a data e hora do momento (sendo que alguns tickets não precisam de validação), e pronto, pode entrar no transporte público. A única “exceção” para essa regra é o ônibus, onde você deve mostrar seu ticket para o motorista.

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Da esquerda pra direita: a máquina onde o ticket é vendido (há opções de compra em inglês e outras línguas), o aparelho de validação, e um ticket diário já validado

Porém, atenção! O fato do transporte público não possuir catracas não significa que não há fiscalização. Ela existe e normalmente é realizada por fiscais à paisana. Quando você menos espera, uma pessoa com a aparência de um passageiro saca um crachá, uma maquininha, e sai pedindo pra ver os tickets das pessoas e, em caso de irregularidade, você será multado em 60 euros.

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Sem catracas, você entra e sai de boa

Fora o que citei acima, para facilitar ainda mais a vida de quem anda por aqui, existem pelo menos 2 apps que mostram os melhores caminhos utilizando o transporte público berlinense, fora que o próprio Google já faz isso. Basta acessar mapas, colocar seu local e destino, clicar em “rotas” e depois no ícone do bonde/ ônibus (nunca sei de qual deles é o ícone kkkkkk alok), e pronto, você terá não só o melhor caminho para chegar em um determinado local usando o transporte público, bem como você terá o horário preciso no qual ele irá passar.

Por falar nisso, via de regra o transporte público daqui é bem pontual. Nas estações de trem, bonde e metrô há sempre um painel eletrônico mostrando qual a direção dele e quanto tempo falta para ele chegar (na ocasião de obras na estação o painel pode ser trocado por um papel com os horários). Já no caso dos ônibus, há sempre uma plaquinha nos pontos mostrando os horários nos quais eles passam.

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No canto esquerdo superior da foto dá pra ver o painel eletrônico que identifica a linha do metrô e o horário que ele passa

Claro que a Alemanha é um país, e não um paraíso. Atrasos acontecem, e transporte lotado também, porém, mesmo assim, acho tudo muito tranquilo. Os preços são justos, a maioria esmagadora das pessoas é super educada, e mesmo que um transporte atrase ou não apareça por alguma razão, há sempre uma alternativa (exemplo, o trem não vai passar por causa de uma reforma nos trilhos, então um ônibus faz a rota dele).

Conclusão: com a minha bicicleta velha e esse transporte público super eficiente, só Deus sabe quando eu vou dirigir novamente (já já faz um ano desde que sentei no banco do motorista pela última vez, vou fazer um bolinho pra comemorar kkkk).

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Vivi.

 

Resenha batom Essence Metal Shock Lipstick

A resenha de hoje é sobre um batom que causou uma certa polêmica quando postei uma foto com ele: afinal, ele é rosa ou vermelho?

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Eu acho que é vermelho, será que sou daltônica? Hahahaha

A Essence está com uma linha de batons metálicos, coisa que aparentemente está voltando a ser tendência após a longa onda dos batons matte, chamada Metal Shock Lipstick. Foram lançadas 8 cores, e eu comprei a de número 3 (Ace of Hearts) por 2,95 euros na (adivinha) DM.

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Vamos ver o que a marca diz sobre o produto (como sempre em tradução livre para o português):

Os batons cremosos deixam os lábios brilhando em cores wow – intensas com um efeito metálico.

A composição dele é a seguinte:

POLYBUTENE, DIISOSTEARYL MALATE, TRIDECYL TRIMELLITATE, HYDROGENATED POLYDECENE, POLYETHYLENE, SYNTHETIC FLUORPHLOGOPITE, OCTYLDODECYL STEAROYL STEARATE, HYDROGENATED COCO-GLYCERIDES, CERA MICROCRISTALLINA (MICROCRYSTALLINE WAX), OCTYLDODECANOL, MICA, TOCOPHEROL, LECITHIN, ASCORBYL PALMITATE, GLYCERYL STEARATE, TIN OXIDE, GLYCERYL OLEATE, SILICA, CITRIC ACID, CI 15850 (RED 7 LAKE), CI 45380 (RED 22 LAKE), CI 77491 (IRON OXIDES), CI 77891 (TITANIUM DIOXIDE)

Os batons dessa linha vêm em embalagens bem simples na cor preta, com um detalhe cromado no meio, próximo da tampa.

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Tanto na bala, quanto na pele, o batom me pareceu um tom de vermelho mais frio com partículas metálicas, porém o próprio site da DM o define como rosa (mas na minha cabeça ele ainda é vermelho hahaha).

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Como alguém pode achar que isso é rosa? Kkkkkkkkk

A textura dele nos lábios é bastante confortável e sua durabilidade é ok. Ele transfere um pouco, mas ainda não vi um batom que não saísse minimamente da boca após uma refeição, por exemplo.

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Sobrou batom na boca após o teste de transferência

Achei que valeu o investimento, pois o custo benefício foi ótimo. O batom é super barato, tem uma cor bem bonita, e fixação digna, portanto, recomendo!

Para mais informações, aqui está o site da Essence já na página do batom resenhado, e aqui está o site da DM com os preços e outras cores dessa linha.

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Vivi.

Bate e volta Berlim – Nürnberg

O post de hoje vai ser quase como um diário de viagem com dicas para dois lugares bem legais!

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Gente, que lugar lindo!

Porém, antes de tudo é preciso contextualizar. Eu e meu marido moramos em Berlim e trabalhamos em uma empresa sediada no sul da Alemanha, na cidade de Nürnberg. De tempos em tempos rolam umas comemorações que reúnem os funcionários, e na última sexta foi a vez da festa de verão, no lago Kleiner Brombachsee.

Saímos de Berlim às 8:30 da manhã da sexta-feira, e encaramos uma viagem de 5h e 30min de duração até chegarmos em Nürnberg. De lá, pegamos um carro, passamos por vários vilarejos super fofos, e em uma hora chegamos ao Kleiner Brombachsee.

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O lago maravilhoso.

O lago fica em uma região mais isolada, e me impressionou muito por sua história (já que ele é artificial) e organização. O local é lindo, e tem opções para os mais diversos gostos, como restaurantes, áreas para acampar e fazer churrasco, mini golf, escola para cachorros, e programações na água, como stand up paddle.

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Acho que não preciso dizer que a festa foi ótima! Comemos muito churrasco e nadamos no lago gelado (hahaha) e, quando anoiteceu, voltamos para Nürnberg.

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Churrasquinho da firma hahaha.

O dia seguinte foi só de turismo! Nürnberg tem 517.498 habitantes, e muita história. Apenas para ilustrar, a primeira menção documentada sobre a cidade data de 1050, e é sobre o seu Castelo Imperial.

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Vista do centro histórico de Nürnberg de cima do Castelo Imperial.

O centro histórico da cidade é lindo, todo murado e com muitas coisas medievais, e em cada esquina há algo interessante. Em nosso passeio vimos várias igrejas (há muitas nessa região), o Castelo mencionado acima, o Museu dos Brinquedos, dentre outras coisas.

Vale lembrar que o centro histórico de Nürnberg foi bastante destruído após a segunda Guerra Mundial. Contudo, ele foi reconstruído a partir de planos originais existentes desde a Idade Média, e hoje está de pé, recebendo muitos turistas!

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O Castelo Imperial.

Nosso passeio terminou após irmos até um Café de Gatos onde você come e toma suas bebidas, e eles ficam dormindo ou brincando com os visitantes (amei demais esse lugar, pois sou a louca dos gatos hahaha).

Eu espero visitar Nürnberg mais vezes, e recomendo muito uma ida para essa região, pois há muitas coisas legais pra se fazer lá, e muita coisa bonita de se ver.

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Eu só queria um desses apartamentos hahaha.

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Tschüss, e até o próximo post 🙂

Beijão pra vocês :*

Vivi.

A East Side Gallery

Muitos já estão familiarizados com a história do Muro de Berlim – sobre a qual me aprofundarei aos poucos em posts futuros – e sobre o lado artístico daqui, que aflora através de roupas, tatuagens, galerias, museus, e arte de rua.

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A East Side Gallery.

Uma dessas manifestações é a East Side Gallery, a maior galeira de arte ao ar livre do mundo, possuindo 1.316 metros. Ela surgiu em 30.09.1990, após a queda do Muro de Berlim, quando 118 artistas de 21 países pintaram partes remanescentes dele com os mais diversos temas, que exaltavam a reunificação do país, e o fim da guerra fria.

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Liberdade!

Em 2009 a região passou por uma grande reforma que custou 2 milhões de euros. Por isso, os artistas que haviam pintado o muro previamente foram convidados para participar de tal renovação. Fontes oficiais falam que foi assim que a galeria foi “recriada”.

 

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Tem até o Batman na galeria 😀

A reforma foi necessária pois há um forte trabalho de preservação das artes expostas na East Side Gallery, especialmente por parte dos artistas que deixaram seus trabalhos lá. Infelizmente, é comum ver pessoas pichando, arrancando pedaços, escalando, e colocando os pés no muro para fazer fotos e vídeos.

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O menino tá cabisbaixo depois de ter sido rabiscado hahahah.

Contudo, deve-se lembrar que a East Side Gallery é um grande conjunto de pinturas que foram feitas em um local histórico. De acordo com as autoridades, se tais comportamentos se perpetuarem, a galeria acabará nos próximos anos (neeeeeeeein).

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Rapaz vendendo sua arte em frente ao muro.

A galeria fica localizada na Mühlenstraße, e é aberta 24 horas, com visitação gratuita. Lá, é possível encontrar também um museu sobre o Muro de Berlim, e um quiosque vendendo souvenir.

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O início da galeria na Mühlenstraße.

Eu aconselho fortemente uma visita à East Side Gallery caso você esteja de passagem por Berlim, pois é uma programação gratuita, de fácil acesso pelo transporte público, e o local é extremamente impactante.

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Achei essa pintura super legal, e ficaria melhor ainda sem os rabiscos por cima :/

É muito interessante observar o muro e refletir sobre como ele dividiu uma cidade e um país, oprimindo um povo, e separando amigos e famílias. E é melhor ainda ver como essa região, que antes era um símbolo de repressão, hoje é um monumento à liberdade em seu sentido mais amplo.

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My God, Help Me to Survive This Deadly Love: uma das pinturas mais famosas da East Side Gallery.

Para mais informações sobre a galeria e seus artistas, acesse o site oficial da East Side Gallery (dá para ler em Alemão, Inglês ou Francês – há outras línguas, mas não funcionou quando cliquei nos ícones), e entre no Google Arts and Culture deles ( que está em Alemão, porém possui imagens de várias pinturas com o nome dos artistas que trabalharam nelas).

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Provérbio africano que é traduzido como: “muita gente pequena em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas mudarão a face da Terra.”

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Vivi.

Resenha L’oréal Peeling Mask Tonerde Absolue

Com um nome internacional e gigante como esse, eu facilmente confundiria o produto com alguma coisa das organizações Tabajara, mas ele é da L’oréal mesmo, e é muito bom.

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A L’oréal lançou três máscaras faciais de argila para purificar, iluminar e exfoliar a pele. Elas podem ser aplicadas ao mesmo tempo, em partes diferentes do rosto, ou sozinhas, que é como eu uso.

Hoje eu escrevo sobre a máscara exfoliante de três argilas e alga vermelha, cuja proposta é exfoliar as células mortas da pele, desobstruindo e diminuindo os poros. Achei sua apresentação bem bela e fina, pois o produto vem numa caixinha verde de um material tipo “papelão”, e a máscara vem em um pote de vidro simples, mas bonito, com uma tampa que você gira e retira, e uma proteção de plástico abaixo dela.

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Peguei as informações sobre o produto no site português da L’oréal, apesar de ter comprado-o em uma DM (sempre) de Berlim, por 9,95 euros. Vamos ver o que ele promete:

Um cuidado intensivo numa textura creme-máscara, que não resseca e que absorve as impurezas, deixando a pele mais limpa e suave. Imediatamente: uma pele mais suave e mais lisa. Em 7 dias: poros reduzidos e grão de pele (hã? – acho que isso significa poro) mais fino. Dia após dia, uma pele visivelmente transformada, mais uniforme e luminosa.

Achei sua composição com mais facilidade no site da L’oréal em inglês, e ela é a seguinte:

AQUA / WATER, KAOLIN, GLYCERIN, GLYCERYL STEARATE, PROPYLENE GLYCOL, CYCLOHEXASILOXANE, HYDROGENATED POLYISOBUTENE, DIMETHICONE, PEG-100 STEARATE, PRUNUS ARMENIACA SEED POWDER / APRICOT SEED POWDER, PERLITE POLYSORBATE 20, CARBOMER, TRIETHANOLAMINE, DIMETHICONOL, PALMARIA, PALMATA EXTRACT, MOROCCAN LAVA CLAY, CAPRYLYL, GLYCOL, XANTHAN GUM, MONTMORILLONITE, TOCOPHEROL, PHENOXYETHANOL, CI 77491, CI 77492, CI 77499 / IRON OXIDES, LINALOOL, PARFUM / FRAGRANCE.

A indicação de uso é bem simples, basta aplicar uma camada fina da máscara no rosto limpo e sem maquiagem, evitando o contorno dos olhos e lábios, deixando-a secar de 10 a 15 minutos, removendo em seguida com água morna através de pequenos movimentos circulares para exfoliar a pele. Para resultados melhores, recomenda-se o uso três vezes por semana

Sua textura realmente lembra a de uma argila, e a máscara tem uma cor alaranjada, cheiro agradável, e é de fácil aplicação. Eu gosto de passar o produto apenas uma vez por semana, pois tenho a pele muito sensível e o excesso de exfoliações acaba agredindo muito o meu rosto. No mais, uso a máscara conforme o recomendado, e adoro o resultado.

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Assim que removo o produto eu consigo notar a pele macia e lisinha, com uma aparência mais descansada e saudável. Vale ressaltar que ela não ressecou a minha pele, e que com essa aplicação semanal meu rosto não ficou sensibilizado.

Infelizmente eu não encontrei informações sobre a venda dessas máscaras no Brasil, porém ela é encontrada facilmente em drogarias daqui da Alemanha, e também é vendida em países como Portugal e Estados Unidos.

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Vivi.