Diário de uma Minimalista: 4ª semana

Olááá! Já estamos quase fazendo 1 mes sendo minimalista e ainda tem roupa que eu nem usei! :O

Essa semana que passou foi muito tranquila e tenho repetido look sem peso na consciência! O mais engraçado foi o boy que disse: “Você gosta bastante desse vestido né? Tá sempre usando” HAHAHAAHAHHAHAAH

Vou viajar novamente e a leveza em levar apenas uma mochila consome o meu ser! Vai ser algo rápido, mas mesmo assim só de pensar que vou levar minutos nessa atividade, sem precisar ficar pensando muito no que eu vou usar, é fascinante!

Maaas, como tudo na  vida tem o outro lado, eu já me pego pensando no que eu vou colocar para doar quando o projeto acabar. Algumas peças já tem me enjoado… E eu resolvi tirar a bolsa dourada e já colocá-la para doação, pois ela não se encaixa na minha rotina! E muito menos cabe o meu celular…

E por falar em doação, já separei uma sacola com itens para doar e to aqui aguardando o momento ideal para isso!

Agora chega de tanta conversa e vamos ao que interessa! O apanhado da 4ª semana!

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Achei fofo! Acho que vou fazer um post com 1 mês de looks para visualizar melhor o que aconteceu no mês!

Espero que tenham gostado!!!

Beeeijo

Rah

 

O transporte público em Berlim

Eu já falei sobre a experiência de pedalar em Berlim aqui, e também comentei que desde que vim pra cá eu não dirijo e não sinto a menor falta. Hoje eu mostro outro meio de locomoção disponível na cidade: o transporte público, que é de qualidade!

Em Berlim você acha ônibus, trem, metrô, e bondes, e essas quatro opções são suficientes pra você ir para os locais mais distantes da cidade sem precisar de um carro.

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O bonde, também conhecido como Tram – esse da foto é uma versão mais antiga, mas muito fofo (eu adoro os Trams kkkkk)

Além disso, utilizar o transporte público daqui é muito simples: basta comprar um ticket compatível com a sua necessidade, e embarcar. Ele pode ser para um viagem de curta distância, bicicletas, estudantes, turismo, para um dia inteiro, um mês, ou você pode comprar um pacote anual. Geralmente o ticket comprado vale para todos os meios de transporte da cidade.

Outra coisa que acho muito interessante é que aqui não existem catracas para acessar o transporte público. Você simplesmente compra seu ticket em uma máquina, em seguida você o valida em um aparelho que marca a data e hora do momento (sendo que alguns tickets não precisam de validação), e pronto, pode entrar no transporte público. A única “exceção” para essa regra é o ônibus, onde você deve mostrar seu ticket para o motorista.

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Da esquerda pra direita: a máquina onde o ticket é vendido (há opções de compra em inglês e outras línguas), o aparelho de validação, e um ticket diário já validado

Porém, atenção! O fato do transporte público não possuir catracas não significa que não há fiscalização. Ela existe e normalmente é realizada por fiscais à paisana. Quando você menos espera, uma pessoa com a aparência de um passageiro saca um crachá, uma maquininha, e sai pedindo pra ver os tickets das pessoas e, em caso de irregularidade, você será multado em 60 euros.

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Sem catracas, você entra e sai de boa

Fora o que citei acima, para facilitar ainda mais a vida de quem anda por aqui, existem pelo menos 2 apps que mostram os melhores caminhos utilizando o transporte público berlinense, fora que o próprio Google já faz isso. Basta acessar mapas, colocar seu local e destino, clicar em “rotas” e depois no ícone do bonde/ ônibus (nunca sei de qual deles é o ícone kkkkkk alok), e pronto, você terá não só o melhor caminho para chegar em um determinado local usando o transporte público, bem como você terá o horário preciso no qual ele irá passar.

Por falar nisso, via de regra o transporte público daqui é bem pontual. Nas estações de trem, bonde e metrô há sempre um painel eletrônico mostrando qual a direção dele e quanto tempo falta para ele chegar (na ocasião de obras na estação o painel pode ser trocado por um papel com os horários). Já no caso dos ônibus, há sempre uma plaquinha nos pontos mostrando os horários nos quais eles passam.

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No canto esquerdo superior da foto dá pra ver o painel eletrônico que identifica a linha do metrô e o horário que ele passa

Claro que a Alemanha é um país, e não um paraíso. Atrasos acontecem, e transporte lotado também, porém, mesmo assim, acho tudo muito tranquilo. Os preços são justos, a maioria esmagadora das pessoas é super educada, e mesmo que um transporte atrase ou não apareça por alguma razão, há sempre uma alternativa (exemplo, o trem não vai passar por causa de uma reforma nos trilhos, então um ônibus faz a rota dele).

Conclusão: com a minha bicicleta velha e esse transporte público super eficiente, só Deus sabe quando eu vou dirigir novamente (já já faz um ano desde que sentei no banco do motorista pela última vez, vou fazer um bolinho pra comemorar kkkk).

Gostaram do post? Curtam, comentem, compartilhem! 😀 Tem algum tema que vocês querem que eu aborde aqui no blog? Se sim, digam nos comentários, ou entrem em contato comigo pelas minhas redes sociais! Querem ver meu dia-a-dia aqui na Alemanha mais de perto? É fácil, me sigam no Instagram: viviancreder. 🙂

Beijão pra vocês :*

Vivi.

 

Roteiro BH: Museu Mineiro

Olááá! Post do dia pra mostrar mais um pouco de BH, pois é uma capital que a cada esquina tem uma história para contar. A maioria de suas atrações culturais são gratuitas e as principais ficam aglomeradas no mesmo espaço: a Praça da Liberdade.

Por isso, esse post e mais alguns que virão vai falar desses museus maravilhosos que fazem parte do Circuito Liberdade. Vale muito a pena gastar uma tarde passeando por ali! Você vê pessoas diferentes e um tanto de material que a gente só aprende na escola!

Vamos ao que interessa?!

Museu Mineiro

É uma casa amarela, na subida da Av. João Pinheiro quase chegando a Praça da Liberdade, bem ao lado do Arquivo Público de MG. Todas as atrações são gratuitas e você consegue ver algumas exposições. No dia que fui eram essas:

Sobre Cartografia Mineira

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O museu está em restauração, então algumas salas não estavam ocupadas

Exposição Temporária que fala da Política das Imagens

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Tinha também uma exposição de arte sacra, com várias imagens desde o século XVIII e que foram restauradas e estão expostas! MG tem laços fortes com o sagrado, por isso muitas esculturas retratam esse momento!

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E nas costas do prédio tem esse mapa de MG montado! Achei muito bonito!

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O horário de funcionamento do Museu Mineiro é:

Terça à sexta: 10h às 19h
Quinta-feira: 12h às 21h
Sábado e domingo de 12h às 19h.

Lá dentro tem um restaurante chamado Magnólia! Muito bonitinho e com uma comida super cheirosa!

E o site para conferir a programação é esse aqui: http://www.museumineiro.mg.gov.br/

 

Resenha batom Essence Metal Shock Lipstick

A resenha de hoje é sobre um batom que causou uma certa polêmica quando postei uma foto com ele: afinal, ele é rosa ou vermelho?

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Eu acho que é vermelho, será que sou daltônica? Hahahaha

A Essence está com uma linha de batons metálicos, coisa que aparentemente está voltando a ser tendência após a longa onda dos batons matte, chamada Metal Shock Lipstick. Foram lançadas 8 cores, e eu comprei a de número 3 (Ace of Hearts) por 2,95 euros na (adivinha) DM.

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Vamos ver o que a marca diz sobre o produto (como sempre em tradução livre para o português):

Os batons cremosos deixam os lábios brilhando em cores wow – intensas com um efeito metálico.

A composição dele é a seguinte:

POLYBUTENE, DIISOSTEARYL MALATE, TRIDECYL TRIMELLITATE, HYDROGENATED POLYDECENE, POLYETHYLENE, SYNTHETIC FLUORPHLOGOPITE, OCTYLDODECYL STEAROYL STEARATE, HYDROGENATED COCO-GLYCERIDES, CERA MICROCRISTALLINA (MICROCRYSTALLINE WAX), OCTYLDODECANOL, MICA, TOCOPHEROL, LECITHIN, ASCORBYL PALMITATE, GLYCERYL STEARATE, TIN OXIDE, GLYCERYL OLEATE, SILICA, CITRIC ACID, CI 15850 (RED 7 LAKE), CI 45380 (RED 22 LAKE), CI 77491 (IRON OXIDES), CI 77891 (TITANIUM DIOXIDE)

Os batons dessa linha vêm em embalagens bem simples na cor preta, com um detalhe cromado no meio, próximo da tampa.

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Tanto na bala, quanto na pele, o batom me pareceu um tom de vermelho mais frio com partículas metálicas, porém o próprio site da DM o define como rosa (mas na minha cabeça ele ainda é vermelho hahaha).

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Como alguém pode achar que isso é rosa? Kkkkkkkkk

A textura dele nos lábios é bastante confortável e sua durabilidade é ok. Ele transfere um pouco, mas ainda não vi um batom que não saísse minimamente da boca após uma refeição, por exemplo.

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Sobrou batom na boca após o teste de transferência

Achei que valeu o investimento, pois o custo benefício foi ótimo. O batom é super barato, tem uma cor bem bonita, e fixação digna, portanto, recomendo!

Para mais informações, aqui está o site da Essence já na página do batom resenhado, e aqui está o site da DM com os preços e outras cores dessa linha.

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Beijão pra vocês :*

Vivi.

Varietal ou Assemblage?

Oi pessoal! Turubom?

Hoje eu tô aqui pra falar com vocês sobre um assunto bem bacana que precisa ser conversado com o consumidor e bem esclarecido:

Varietal x Assemblage

Por definição, o vinho varietal é aquele que contém, de acordo com a legislação brasileira, um valor mínimo de 75% de uma única variedade de uva dentro da garrafa. Basicamente, os outros 25% não serão influentes o suficiente no aroma ou no sabor pra modificar o produto final num todo. Portanto, vinho varietal é aquele onde você sente a expressão própria da uva que você deseja degustar. Encontramos facilmente no mercado vinhos varietais Chardonnay, Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, entre outras variedades. Existem casos particulares, como a uva Merlot, que só pode ser considerada varietal se caracterizar 75% do produto, e os outros 25% devem associar apenas as cultivares Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc ou Tannat.

O vinho assemblage é definido por um corte/mistura/junção entre dois ou mais vinhos que foram fermentados separadamente. Por conta desse processo, sentimos a expressão única da junção das duas cepas, de acordo com o equilíbrio escolhido pelo enólogo pra que aquele assemblage pudesse ser definido e comercializado. Para se decidir o corte, são organizadas degustações, onde em cada uma das taças existe um percentual diferente dos vinhos que serão cortados. O blend escolhido é o que expressa da forma ideal as melhores características sensoriais de cada variedade, levando em consideração também aqueles quatro pilares que já colocamos aqui no blog: a acidez, o teor alcoólico, a intensidade de cor e a intensidade de adstringência. Vale ressaltar que, caso especifiquem no rótulo as variedades, elas serão dispostas em ordem decrescente: primeiro a que está em maior percentual, por último em menor.

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Assemblages da vinícola Pizzato, Concentus e Verve. Os dois vinhos contém as mesmas cepas, porém em percentuais diferentes.

AURORA PP

Varietais da vinícola Aurora, da linha Pequenas Partilhas

Infelizmente, existe um mito muito difundido de que vinhos assemblage não são de qualidade. Estamos aqui, e te dizemos com muito orgulho: existe muito trabalho por trás da definição do corte de um vinho!

Fica a questão, por que os enólogos decidem fazer uma assemblage e não vender o vinho varietal sempre?

Temos as variedades de uvas vinificadas e cada uma delas carrega consigo determinadas características particulares advindas da fermentação. Vamos considerar três situações:

Vinho 1: Aroma intenso e agradável de especiarias, sabor lembrando frutas vermelhas frescas porém com baixa acidez, corpo leve e coloração pouco intensa. Infelizmente o teor alcoólico está abaixo do desejado.

Vinho 2: Aromas herbáceos, sabor agradável que lembra pimenta preta e tabaco, com acidez agradável, corpo mediano e coloração mediana. O teor alcoólico está dentro da legislação e próximo ao limite, com 13,5%. 

Vinho 3: Aromas mais vazios de couro e mirtilo, sabor lembrando frutas maduras e compotas, com acidez elevada, corpo bem estruturado – porém em desequilíbrio no conjunto –  e coloração potente. O teor alcoólico está dentro da legislação, com 11,5%. Levemente duro e rústico pra ser consumido varietal.

Serão feitos cálculos que avaliem primeiramente o teor alcoólico, para que o álcool do vinho 2 seja suficiente e complete o percentual do vinho 1. Encaixando o aroma desejado do vinho 1, diminuímos os herbáceos do vinho 2 e amaciamos o couro do 3. A acidez elevada do 3 vai se encaixar com a baixa acidez do 1, estruturando-o e levando também carga de cor e adstringência. Os sabores vão se completar, dando complexidade ao vinho final e trazendo compota, tabaco e frutas vermelhas, com um toque de especiarias. Temos três vinhos com características pontuais positivas que, juntos, se transformam em um vinho com aroma, sabor, coloração e equilíbrio incríveis.

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Em uma definição de corte, são testados diversos vinhos pelo avaliador, que deve definir qual taça uniu melhor as características desejadas. Essa é uma mesa bem simples com apenas 6 vinhos, quase nada quando o desafio são 60 tanques pra corte! 😛

Pra quem achava que era fácil juntar qualquer vinho e formar um assemblage… na prática é uma bela arte conseguir chegar a um vinho perfeitamente equilibrado. Meus sinceros parabéns pra essa galera que representa muito bem a vitivinicultura brasileira!

Em específico, uma vinícola muito conhecida que trabalha (e muito bem) com cortes, é a Chandon do Brasil. Localizada em Garibaldi, um terroir maravilhoso pra espumantes, os enólogos tem todos os anos o trabalho de elaborar para lançamento um produto idêntico ao lançado no ano anterior. Entram em jogo diversos vinhos para o blend ideal do próximo lote de produtos que serão dispostos ao mercado. Felizmente existe um controle muito rígido dos produtos que estão armazenados na vinícola, para que nenhuma intempérie afete o resultado final.

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Que o Senhor abençoe e multiplique nosso Chandon de cada dia!

Falando em Brasil, em consumidor, em mercado… é uma tendência muito comum no mercado nacional, assim como em todo o Novo Mundo (Chile, EUA, Argentina…), o consumo de vinhos varietais, sem que sejam considerados antes o terroir ou quem o produziu. O consumidor procura a variedade específica e, quando compra, se atém às cepas, e não à vinícola ou o terroir em que a uva foi cultivada. Por sermos nações de cultivo recente e com consumidores em ascensão conhecendo o produto, é natural procurarmos conhecer primeiro a uva em sua particularidade e depois partir para a associação de características. No Velho Mundo, é uma tendência o consumo de assemblages e os consumidores buscam por terroirs e produtores. São países de tradição e história com o vinho, então já se passaram muitos anos pra que essa prática se tornasse comum.

Então, por hoje é isso aí…. tentei ser o mais detalhista pra que não ficassem dúvidas a respeito das características sensoriais próprias de cada uma e como isso influencia na decisão de um corte. O vinho final deve ficar sempre o mais próximo do equilíbrio, o mais “redondo” possível: com a acidez agradável, a coloração viva, a adstringência macia, o álcool não-agressivo, aromas sinceros e sabores memoráveis.

Espero que tenham gostado, e semana que vem falamos sobre a correta refrigeração de cada vinho e como surgem esses aromas que todo mundo fala mas ninguém conta de onde vem, heheheh. Qualquer dúvida, estamos sempre aqui!

Beijo no ❤

Bea

 

 

Diário de uma Minimalista: 3ª semana

Oláááá! Já estamos quase pra fazer 1 mês do querido Project 333 e trouxe a 3ª semana vivendo apenas com 33 peças! Para ver a primeira e a segunda semana, é só clicar aqui e aqui!

Essa semana é a mais pobrinha de looks, pois eu quase não saí de casa! Mas mesmo assim tem coisa pra mostrar! E a cada dia tá mais fácil me apropriar do minimalismo, realmente a praticidade faz maravilhas na vida de uma pessoa! Então chega de bla bla bla e os looks da 3ª semaninha!

 

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Como disse, foi uma semana BEM parada na minha vida, praticamente fiquei em casa estudando, então não tive a necessidade de colocar roupas de sair.

Espero que gostem!

Beijo

Rah

Bate e volta Berlim – Nürnberg

O post de hoje vai ser quase como um diário de viagem com dicas para dois lugares bem legais!

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Gente, que lugar lindo!

Porém, antes de tudo é preciso contextualizar. Eu e meu marido moramos em Berlim e trabalhamos em uma empresa sediada no sul da Alemanha, na cidade de Nürnberg. De tempos em tempos rolam umas comemorações que reúnem os funcionários, e na última sexta foi a vez da festa de verão, no lago Kleiner Brombachsee.

Saímos de Berlim às 8:30 da manhã da sexta-feira, e encaramos uma viagem de 5h e 30min de duração até chegarmos em Nürnberg. De lá, pegamos um carro, passamos por vários vilarejos super fofos, e em uma hora chegamos ao Kleiner Brombachsee.

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O lago maravilhoso.

O lago fica em uma região mais isolada, e me impressionou muito por sua história (já que ele é artificial) e organização. O local é lindo, e tem opções para os mais diversos gostos, como restaurantes, áreas para acampar e fazer churrasco, mini golf, escola para cachorros, e programações na água, como stand up paddle.

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Acho que não preciso dizer que a festa foi ótima! Comemos muito churrasco e nadamos no lago gelado (hahaha) e, quando anoiteceu, voltamos para Nürnberg.

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Churrasquinho da firma hahaha.

O dia seguinte foi só de turismo! Nürnberg tem 517.498 habitantes, e muita história. Apenas para ilustrar, a primeira menção documentada sobre a cidade data de 1050, e é sobre o seu Castelo Imperial.

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Vista do centro histórico de Nürnberg de cima do Castelo Imperial.

O centro histórico da cidade é lindo, todo murado e com muitas coisas medievais, e em cada esquina há algo interessante. Em nosso passeio vimos várias igrejas (há muitas nessa região), o Castelo mencionado acima, o Museu dos Brinquedos, dentre outras coisas.

Vale lembrar que o centro histórico de Nürnberg foi bastante destruído após a segunda Guerra Mundial. Contudo, ele foi reconstruído a partir de planos originais existentes desde a Idade Média, e hoje está de pé, recebendo muitos turistas!

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O Castelo Imperial.

Nosso passeio terminou após irmos até um Café de Gatos onde você come e toma suas bebidas, e eles ficam dormindo ou brincando com os visitantes (amei demais esse lugar, pois sou a louca dos gatos hahaha).

Eu espero visitar Nürnberg mais vezes, e recomendo muito uma ida para essa região, pois há muitas coisas legais pra se fazer lá, e muita coisa bonita de se ver.

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Eu só queria um desses apartamentos hahaha.

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Tschüss, e até o próximo post 🙂

Beijão pra vocês :*

Vivi.