A minha roupa tem qualidade?!

Comprar uma peça de roupa independente do preço e querer que ela dure longas estações é o sonho de todo mundo, não é mesmo?!

Então se você quer saber como avaliar a qualidade de uma roupa, vem que esse post é pra gente!

Mas antes de tudo precisamos falar sobre prioridades! Nem toda camisa precisa ser 100% de algodão. É preciso decidir quais itens você quer investir seu tempo e dinheiro e quais você não se importaria em trocar depois de algumas estações.

Mas o que seria qualidade?!

Uma roupa de qualidade dura muito mais que apenas uma estação, que resiste às lavagens, que não se desfaz rapidamente. Qualidade também está relacionada ao caimento da peça, a manter a mesma forma sem lacear ou encolher com o tempo de uso e claro, que não forme bolinhas!

Qualidade é um tecido gostoso, de bons arremates, com ótimo caimento e que respeite os movimentos do nosso corpo, sem precisar que a gente fique arrumando a peça a cada passo!

Avaliar a qualidade de uma peça é perceber cinco componentes, que são: tecido, costura, alfaiataria, forro e detalhes como botões e bolsos.

Tecido

Aqui no blog eu já falei bastante sobre tecidos (para saber mais, só clicar aqui!) e ele é o componente mais importante de uma roupa. Dependendo da sua necessidade, eles podem ser sintéticos ou naturais. 

Em relação as fibras naturais, sempre devemos olhar a maciez, o toque e a respirabilidade dessas peças.  Olhar contra a luz para ver a densidade da peça, verificar se as fibras são longas, pois assim elas são mais resistentes e duráveis. 

No caso da lã, ela deve ser elástica, ou seja, deve voltar ao tamanho normal assim que você puxa. Se ficar esticada, não é uma peça de boa qualidade.

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Costuras

É preciso verificar se elas estão tortas, se há fios soltos, pontos sem arremate, buracos visíveis. Esses são indicativos de que uma peça é malfeita. 

Para verificar a força da costura, basta puxar um pouco o tecido com as mãos. Se romper, é sinal de que a peça foi mal costurada. Certifique-se também de que todas as costuras do tecido estejam lisas e não franzidas, isso influencia bastante no caimento da peça.

Olhe a parte interna da roupa, pois o tipo de costura também influencia muito na sua durabilidade. Peças costuradas em zigue-zague (chuleado) podem ser utilizadas em roupas finas, que não precisam segurar muito peso. Mas se o tecido for pesado e tiver essa costura, ela não vai durar muito.

Costuras de qualidade são as costuras duplas (duas fileiras paralelas e próximas de pontos), a francesa (duas costuras, sendo a primeira embutida) ou o debrum (as bordas são cobertas por tiras cortadas em viés).

Além da atenção a parte interna, é preciso verificar se a parte externa está limpa de fios soltos e se está firme.

Alfaiataria

O nosso corpo não é bidimensional, logo, as nossas roupas precisam ter um corte específico para se adequar ao nosso contorno. Aqui não existe uma percepção universal do que seja uma boa alfaiataria, mas a regra principal é que ela deve acompanhar as proporções do seu corpo.

Itens como blusas, camisas e casacos, além de vestidos e blusinhas sem elastano, devem ter pences na frente e embaixo do busto para que acompanhem as curvas do seu corpo até a cintura, garantindo que o tecido não vá sobrar e nem repuxar em alguma parte. 

As costuras nos ombros de blusas estruturadas e blazers devem ser reforçadas para que não cedam com tempo!

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Forro

A função do forro é prolongar a vida útil da peça. Contudo, eles são indispensáveis em certos tipos de peças, mas não em todas. Aquilo que é muito estruturado ou de alfaiataria, difícil de limpar e delicado, deve ter forro.

Para saber se um forro é de qualidade, precisamos avaliar como qualquer outro tecido, dando uma atenção especial ao toque na pele. Em geral, forros devem ser feitos de materiais mais grossos, firmes e antiestáticos. Um forro de boa qualidade não pinica e não sobe a cada passo que você dá. 

Detalhes

É considerado detalhe de uma roupa os botões e suas casinhas, zíper, bolsos e etiquetas. Mais importante que os botões são as casas, que devem ser reforçadas para impedir que o botão puxe o tecido. Você não deve conseguir ver as bordas do tecido da casinha, só os pontos.

Sobre blazers e cardigãs as casas dos botões devem ser em formato de “buraco de fechadura”, o que significa que em uma das pontas há um pequeno círculo, pois isso permite que o botão se acomode confortavelmente, sem distorcer o tecido.

Já sobre o zíper, é preciso estar atento se ele sobe e desce com facilidade e fique natural, sem enrugar ou morder parte do tecido.

Em relação aos bolsos, eles devem ter tamanho adequado, que mantenha a silhueta sem acrescentar volume. Verifique também se a abertura dos bolsos é reforçada por uma linha de pontos firmes.

E por fim, as etiquetas! Peças de qualidade possuem etiquetas costuradas (e não impressas) em locais que não vão incomodar (será isso possível? hahaha). Evite tudo que tenha uma etiqueta enorme de plástico. E muito cuidado ao removê-las! Mesmo que as etiquetas possam ser cortadas, é difícil removê-las por completo sem rasgar o tecido ou ficando aquela pontinha nos cutucando!

Buscar uma roupa de qualidade exige tempo, paciência e prática! O ideal é ir para as compras com a cabeça relaxada, sem ser período de liquidação, assim evita que a gente caia em cilada ou compre por impulso! Eu também evito lojas barulhentas e amontoadas, isso me deixa ansiosa e com vontade de ir embora.

E vocês, tem alguma dica para saber se a peça tem qualidade?! Se tiver, conta aí pra gente!

Espero que tenham gostado! E ah, fiz uma matéria bem bacana falando sobre como montar um armário inteligente e equilibrado! Pra saber mais, só clicar aqui!

Beeeijo

Rah

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Passo a passo para ter uma pele divina!

Quer ter uma pele de dar inveja igual à das asiáticas?! Vem que hoje eu conto tudo sobre a tão falada rotina de pele coreana! #KBeauty

Meus 30 anos estão chegando e junto com ele uma mudança profissional bastante radical que vai influenciar bastante no comportamento da minha pele! Por esses fatores mergulhei de cabeça para compreender o skincare, principalmente a rotina de cuidados com a pele que as coreanas e as asiáticas no geral tem!

Eu sempre tive a sensação de que nós brasileiras nos preocupávamos bastante com cabelo e com itens de maquiagem. Mas nunca dávamos muita atenção para a saúde da pele e desde o ano passado – mais ou menos – teve um boom na internet sobre a rotina de cuidados com a pele que as coreanas tem. Então se você também fica impressionada com a perfeição da pele delas, vem que esse post é nosso!

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A pele é o maior órgão do nosso corpo e ter uma pele saudável não é apenas para ela reagir bem com o uso maquiagem. Mas, deixá-la bem limpinha, tonificada e hidratada é fazer com que ela não produza sebo em excesso e evitando assim todos os problemas que isso causa. Isso também ajuda na melhor respiração dela e no seu melhor funcionamento!

A rotina da beleza coreana, também conhecida como #KBeauty, consiste em 10 passos de limpeza e preparação da pele. Mas aqui nesse post não vou indicar tantos produtos por eu não ter testado em sua maioria, até porque nunca tive uma rotina estabelecida.

Porém eu vou indicar alguns componentes que a gente deve procurar nos produtos de cada etapa! Assim ninguém fica a preso a nenhuma marca, ainda mais que parece que somente produtos caríssimos e de origem coreana é que surtem efeito!

Mas chega de conversa e vamos para os 10 passos! Prepara o dedo pra rolar essa tela! 

1. Limpeza com Cleansing Oil

É a primeira etapa para retirar as impurezas e é feita com um óleo vegetal de limpeza facial. Essa etapa atua na eliminação das impurezas que são à base de óleo, como por exemplo, maquiagem, sebo, detritos, sujeiras profundas e o próprio protetor solar. Quem tem pele oleosa precisa fazer esse passo para justamente limpar as impurezas do sebo em excesso.

O cleansing oil não agride a nossa pele e geralmente é aplicado com as mãos secas. Você pode utilizar qualquer produto que seja à base de óleo vegetal e que tenha a função de limpeza facial. Peguei uma indicação de óleo demaquilante que foi super bem falado em todas as minhas pesquisas!

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Essa primeira etapa normalmente é noturna, pois é o momento que você chega em casa depois de um dia inteiro de exposição do rosto à poluição, maquiagem, produção de sebo e etc. E ao acordar de manhã ela não é necessária, pois seu rosto estará super limpo, então não precisará de nada muito profundo.

2. Sabonete facial

Se você faz a limpeza com o cleansing oil e depois com o sabonete facial (ou gel de limpeza), esse processo de chama double cleanse (ou num bom português, limpeza dupla). 

A etapa do sabonete facial é importante pois remove as impurezas que são à base de água, como por exemplo, o suor e impurezas superficiais.

É indicado produtos que contêm PH entre 5 a 5.5 e eles precisam ser à base de água (você pode encontrar nas embalagens escrito como water-based), pois cleansers com PH de 8 a 10 (que são alcalinos) tendem a agredir mais a pele.

Antigamente eu achava uma bobagem ter sabonete específico para o rosto e usava o do corpo mesmo, mas depois que comecei a usar o sabonete para esse área percebi uma boa diferença na pele! Já usei o sabonete GH, bem como os sabonetes de argila (onde cada cor de argila é para tratar de um problema específico). Vejo muita gente indicando o gel de limpeza da La Roche Posay Effaclar (R$ 49,90 – 89,90), além dos produtos da Vicchy.

3. Esfoliação

A esfoliação ajuda na penetração dos produtos na nossa pele, além de ajudar na produção de colágeno e no processo de renovação celular. Ela pode ocorrer de duas formas: física e química.

A esfoliação física utiliza açúcar, farelo, grãos, cascas e etc para retirar a camada de pele morta do nosso rosto e conseguimos sentir a textura desses ingredientes no produto. E devemos ter muito cuidado com ela, pois não pode usar muita força e o agente esfoliante não pode ser muito grosseiro ou pontudo, caso contrário irá machucar a pele.

Já a esfoliação química é feita através de ácidos, principalmente com o AHA (Alfa Hidroxy Acid) ou com o BHA (Beta Hidroxy Acid). É necessário ter um acompanhamento dermatológico para escolher qual tipo e em qual quantidade e frequência que irá surtir um efeito desejado.

Os AHA são: ácido glicólico, ácido lático, azelaico, mandélico, cítrico, málico, tartárico e etc, que tem como função melhorar a textura e a tonalidade da pele, diminuir as linhas finas, estimular a produção de colágeno e acelerar o processo de renovação celular (que demora em média 28 dias).

Esse tipo de ácido tem a capacidade de descolar as células mortas da nossa pele e é indicado em casos de hiperpigmentação e fotoenvelhecimento. Eles agem na parte externa da pele e tem o poder hidratante, por isso são indicados para peles secas e sensíveis. A sua concentração indicada é de 5% a 12%, mais do que isso é considerado peeling químico e deve ser acompanhando por profissionais da área.

Os BHA são mais indicados para peles oleosas e acneicas, pois eles removem a oleosidade da pele e desentope os poros, agindo nas camadas mais profundas da pele. Tem ação antibacteriana, antiinflamatória e baixa o PH da pele, evitando o desenvolvimento microbiano.

Tanto na esfoliação física quanto na química, eu indico de olhos fechados esses dois produtos da Adcos. O físico deve ser usado 1x na semana e o químico deles você pode usar 1x ao dia tranquilamente, já que não ocorre escamação da pele! Em ambos, o efeito é percebido na hora!

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Esfoliação química

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Esfoliação física

4. Tonificar

Esta etapa tem como função retirar o resto de sujeira que fica na pele após a limpeza, além de prepará-la para os próximos produtos que virão. Tonificar significa também a estabilização do PH da pele. Com a pele tonificada os produtos são melhores absorvidos. 

No mercado existem tônicos hidratantes e adstringentes. Confesso que só achei os hidratantes na The Body Shop com um preço ok, mas os adstringentes (que possuem alta concentração de alcool solvente) você acha de tudo que é preço e marca, como por exemplo, Vult, Loreal, Nivea e etc.

Eles não podem ser usados na região dos olhos, bem como não devem ser removidos. É preciso deixar a pele absorver o produto. Vale dizer que as asiáticas dão preferência a tonificação hidratante.

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5. Essência

Essa fase é bastante desconhecida pelos brasileiros, inclusive o conceito de essência ou essence é ainda difícil de compreender e assimilar qual produto deve ser utilizado.

Em geral, essência é uma fórmula concentrada de um certo componente (como por exemplo vitaminas) que otimiza as células da nossa pele. É um produto cheio de propriedades de nutrientes e hidratantes. Uma essência tem como objetivo principal adicionar uma camada de hidratação na nossa pele e normalmente tem uma textura aquosa, mas pode encontrar em textura viscosa parecida com um sérum. 

Muita gente diz que essência é um Mist hidratante, uma loção e até mesmo um sérum. Pela falta de diversidade no mercado brasileiro, os preços são bem salgadinhos. Da Caudalie por exemplo, você encontra por R$219 (Caudalie Vinoperfect Essência Concentrada Luminosidade). 

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Há quem faça uma divisão entre o Essence e a etapa do Sérum, em que este é aplicado após a máscara facial, normalmente uma sheet mask. 

6. Máscara Facial

As asiáticas são viciadas em máscara facial, principalmente as sheet mask (aquelas máscaras de papel no formato do rosto). 

Existe máscara facial para inúmeros resultados, como por exemplo, detox, calmante, renovação, para dar viço e etc e com isso tem para todos os bolsos. Tem máscara da Ricca, da Foreo, da Mary Kay, de marcas asiáticas…

Eu particularmente não sou fã de fazer máscara todo dia, eu faço a cada 15 dias, mais ou menos. Mas as asiáticas afirmam que fazem uma sheet mask todo dia e que isso faz a diferença na rotina de cuidados com a pele. Mas ainda prefiro fazer de forma esporádica.

7. Sérum

Como disse mais acima, essa etapa é confundida com o essence. Pois se for para dar um boost com a concentração de algum componente e criar a camada de hidratação, é possível encontrar essências que tem essa característica e claro, inúmeros séruns. 

Existem séruns que são para cuidados específicos, como por exemplo tratar de melasma e hiperpigmentação. E também tem séruns que são hidratantes, onde a função é chamar moléculas de água para a nossa pele. 

Por ser um produto que exige estudos e cuidados na sua fabricação, não encontrei produtos baratinhos, inclusive desconfie de produtos que tem a função de ser um dermocosmético ser extremamente barato! 

Nessa categoria achei Biossance, SkinCeutical, Adcos, The Body Shop, Natura, Vicchy, La Roche Posay, Avène e etc.

O famoso do momento é o da Vicchy! Onde é possível encontrá-lo nas farmácias e lojas online e os preços variam bastante.

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É possível encontrar sérum com concentrado de ácido hialurônico, vitamina A, vitamina C, vitamina E.

8. Hidratação

Para que a pele tenha um aspecto bonito e saudável ela precisa estar hidratada. Constantemente perdemos água, seja pelo clima, pela alimentação, pela poluição e etc. Uma boa rotina de hidratação garante reparar a barreira protetora da nossa pele, introduz água, além de adicionar e reter essa hidratação. 

No inglês há duas palavras que remetem à hidratação, que é o hydration e o moisturizer. O hydration tem a intenção de trazer água para a nossa pele. Eles são à base de água e umectantes. Já o moisturizer previne que a água evapore com facilidade. Ele é composto por ingredientes que podem ser umectantes, emolientes e oclusivos.

No princípio da hidratação há três classes de hidratantes, que são: umectantes, oclusivos e emolientes. Muitos umectantes tem propriedades oclusivas e emolientes. Porém, nem todos os emolientes e oclusivos tem propriedades umectantes. A ordem de aplicação desses produtos é: umectante, oclusivo e emoliente.

Com isso é preciso usar 3 hidratantes diferentes nessa etapa da rotina de skincare?!

E a resposta é não! Mas para entender melhor, vou explicar cada classe de hidratante!

Quem faz a rotina de KBeauty já constrói essas camadas de hidratação através da tonificação hidratante, do uso de um serum ou essence e com uma hidratação em creme. Logo, não precisa chegar na fase da hidratação e usar 3 produtos de classe diferente.

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Umectantes: são pequenas moléculas hidratantes. O seu objetivo é trazer água para a nossa pele. Seus ingredientes tem a capacidade de atrair a água do ar e introduzir na nossa pele.

E aqui vão alguns exemplos de ingredientes umectantes: os ácidos AHA, ácido hialurônico, aloe vera, glicerina, ureia, colágeno solúvel, manteiga de karité.

Oclusivos: eles selam a água na nossa pele, ou seja, sela a hidratação. E os ingredientes são: cera de abelha, ácidos graxos, silicones, azeite de oliva, óleo mineral, parafina, vaselina, manteigas à base de plantas. 

Emolientes: são hidratantes que suavizam e condicionam a nossa pele sem adicionar hidratação nela. Ou seja, deixa com aspecto macio mas sem colocar mais uma camada de hidratação. O que faz um produto ser emoliente são os óleos e lipídios presentes na sua composição.

E os ingredientes são: ceramidas, manteigas, óleos vegetais, ácidos graxos, glicerídios, squalano, óleos à base de plantas (argan, amêndoas, jojoba, maracujá e etc).

Perdemos os óleos naturais da nossa pele quando realizamos esfoliação e/ou lavamos a nossa pele em excesso, também quando utilizamos sabonetes faciais que não tem o PH balanceado ou que contém ingredientes que removem a oleosidade natural. E claro, com mudanças climáticas e na alimentação.

E para hidratar a região dos lábios não é preciso gastar muito! Fazendo uso de cremes  ou batons que contenham manteiga de cacau, de karité já ajuda bastante! O produto que mais tem sido hypado no momento é o Cicaplast B5 da La Roche, mas tem gente que usa também o Bepantol para dormir.

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O ideal é que um hidratante combine componentes umectantes, oclusivos e emolientes. Para produtos emolientes não é necessário que seja aplicado todo dia, principalmente se você tem uma pele oleosa. E o protetor solar é considerado um oclusivo, por isso deve ser o último passo a aplicar na pele.

9. Creme para os olhos

A área dos olhos é uma região mais fina e seus produtos normalmente contêm vitaminas A, B, C, Q10, cafeína, dimeticona (para diminuir o inchaço), retinol, ácido hialurônico e etc. Recomenda-se que os produtos sejam aplicados com o dedo anelar, pois é o dedo com menos pressão.

Os cremes para os olhos tem como função combater olheiras, hiperpigmentação, inchaços, linhas finas e etc.

É possível encontrar produtos da Natura à SkinCeutical, tudo vai depender do orçamento. Independente do preço, o que importa é verificar se o produto tem alguns dos ingredientes que realmente irão fazer a diferença e alcançar o resultado desejado.

10. Protetor Solar

Por último mas não menos importante! Como falei anteriormente, o protetor solar é a última fase do cuidado com a pele e o ideal é comprar algum produto com FPS acima de 30.

Já fiz um post contando em detalhes o que deve observar na hora de comprar um protetor solar, para saber mais, só clicar aqui!

Após esses passos a sua pele estará pronta para receber maquiagem ou simplesmente descansar. É válido ressaltar que não é necessário seguir todos os passos (como por exemplo essence e máscara facial), porém é preciso fazer uma boa limpeza, tonificação, hidratação e proteção solar – em casos diurnos. 

Você pode adaptar para a rotina diurna e noturna. Já sobre os preços, é preciso olhar qual é a composição daquele produto! As vezes você pode estar pagando muito barato ou muito caro em algo que não vai desempenhar o papel que você estará precisando!

Espero que tenham gostado desse post digno de um pergaminho!

Beeijo

Rah

 

Criando um guarda-roupa inteligente!

Porque por aqui a busca pelo armário inteligente continua! Vem comigo!!

Dia desses estava relendo o livro o Segredo do Guarda-Roupa Europeu porque lá existe uma parte pra lá de interessante em que fala sobre os 3 componentes de um guarda-roupa inteligente, que são: peças chave, peças básicas e peças statement. E eu resolvi voltar a ler essa parte, porque justamente tenho visto algumas profissionais falarem bastante sobre isso no instagram. 

Para ter um armário inteligente, é preciso ter uma equação bem equilibrada desses três componentes. Normalmente quando temos a sensação de não ter nada para vestir ou com a sensação de estarmos sempre iguais, é porque normalmente a relação entre peças chave, peças básicas e peças statement está desbalanceada. 

De acordo com a Anuschka, um guarda-roupa inteligente não é construído da noite para o dia, mas sim é um processo constante e bastante influenciado pelas nossas vivências.

Roupas é o reflexo do nosso estado de espírito. Elas servem para acentuar uma qualidade nossa ou esconder aquilo que não nos deixam confortáveis. Elas podem ser desanimadoras quando não nos fazem ser a gente mesma ou nos dar uma injeção de autoconfiança. E mesmo a pessoa mais desinteressada em estilo, moda, roupas e afins não escolhe o que vai vestir de forma aleatória.

Ninguém veste qualquer coisa. Mesmo de forma inconsciente, procuramos roupas que nos representem. Em seu livro, Anuschka ainda dá uma baita ajuda exemplificando quais peças se enquadram em cada componente e qual estratégia financeira você deve adotar na hora de renovar seu armário! Legal né?

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Mas afinal, o que significa os 3 componentes de um guarda-roupa inteligente? Vale lembrar que é a partir do nosso estilo pessoal é que será definido o que é peça chave, peça statement e peça básica no nosso armário. 

Peças chave

São peças que representam a essência do nosso estilo e que pode ser usada de inúmeras maneiras diferentes. Ou seja, é a base do nosso armário e reflete 100% do nosso estilo. É basicamente aquela peça de roupa que as pessoas dizem ser a nossa cara!

Peças-chave típicas: jaquetas e casacos, calças, saias, sapatos, bolsas, blusas versáteis

Estratégia financeira: devem ter tratamento prioritário durante a renovação do seu guarda-roupa, porque vão ter o maior impacto na capacidade de expressar seu estilo. 

Peças statement

São peças que dão variedade às produções e ajudam a expressar outras facetas do nosso estilo. Basicamente são aquelas peças que dão o fator “uau” na produção. É o elemento diferente, surpresa do look mas que mesmo assim não foge do nosso estilo. Peça statement é um detalhe que faz toda a diferença. É normalmente o que dá interessância ao look.

Aqui não é preciso ter milhares de itens statement, o ideal é que cada item statement combine com pelo menos 3 peças chave do seu armário.

Peças statement típicas: sapatos ousados, bijuterias e acessórios em geral, blusas, vestidos, calças e saias em cores fortes ou com detalhes. 

Estratégia financeira: como você provavelmente terá menos peças statement do que quaisquer outras, não gaste mais dinheiro com isso do que necessário. Reserve a maior parte do dinheiro para peças-chave.

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Peças básicas

Aqui no blog já fiz um post bem grande falando sobre o estilo básico. Mas em linhas gerais, peças básicas são as que compensam as mais ousadas e funcionam como um pano de fundo neutro para o visual.

Peças básicas dão equilíbrio ao look. Elas podem diminuir a intensidade de um visual ousado e servir como um pano de fundo neutro para outras peças. Pra muita gente, camiseta branca é um item básico, por exemplo.

Peças básicas típicas: blusas, camisetas, jeans, saias, calças e sapatos simples.

Estratégia financeira: provavelmente encontra essas peças nos mais diversos preços.

As peças básicas devem ser mais simples que as peças-chave e statement em termos de cor, modelagem e detalhes.

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De acordo com Anuschka, a linha de pensamento é mais ou menos assim: peças básicas são mais casuais que peças-chave, e peças-chave são mais casuais que peças statement.

E é a partir disso que podemos começar a montar nosso armário inteligente. E sempre focando no equilíbrio, onde a escala de quantidade deve ser: peças chaves, seguido de peças statement e por último peças básicas.

Lembrando que não é preciso montar um armário do zero! Com certeza já temos muitas peças que compõem nosso guarda-roupa que se enquadram nesses componentes. Só que até o nosso armário se tornar combinável, é preciso de muita autoavaliação. Verificar o que entra, o que fica e o que sai é um processo que exige nosso tempo e dedicação.

E se você não consegue fazer essa autoavaliação sozinha ou se está perdida quanto a definição do estilo pessoal, é só buscar ajuda no mercado! As consultoras de estilo e imagem são qualificadas para isso! 

Vou fazer um próximo mostrando como está meu armário na prática e como ele se encaixa na teoria! Eu tenho uma leve impressão que estou em falta de peças statement e a minha balança está bem desequilibrada em peças chaves e peças básicas! Mas isso é conversa pra outra hora!

Se você quiser saber mais sobre o livro O segredo do guarda-roupa europeu, só clicar aqui!

E se quiser saber mais sobre básico ser um estilo, só clicar aqui!

E como está a sua relação com o seu armário, hein?! Conta pra gente!

Espero que tenham gostado do post de hoje!

Beeijo

Rah

Resenha: Revlon Colorstay

Tá a procura de base com alta cobertura e boa fixação? Então vem ler esse post!

Olááá pessoal, tudo bem?! Post do dia dedicado a uma resenha da base Colorstay da Revlon que promete alta cobertura com duração 24 horas e acabamento matte.

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Estou na saga da procura da base perfeita, pois comecei a desgostar da base Mary Kay e esperei a minha acabar para procurar alguma base que seja do meu tom e que eu goste do acabamento, cobertura e fixação.

Nesse meio tempo, experimentei a base da Tracta e não gostei, achei ela bem pesada e tem no mercado bases de alta cobertura sem passar a sensação de estar com algo no rosto. Experimentei também da Maybelline, mas definitivamente não curto a fixação dela. No meu rosto elas transferem DEMAIS! Fora que fico com o rosto com aspecto oleoso muito rápido. E pra piorar, nunca acho uma base com meu subtom. 

Foi então que numa ida à SP achei no corner da Revlon no aeroporto de Congonhas a base da Revlon e tinha de várias cores. Experimentei algumas, mas como fiquei na dúvida, preferi comprar depois – o que foi um grande erro meu!

Passado um tempo, eu realmente precisei de uma base e não tinha pra onde correr: ou comprava uma base ou comprava hahaha Não queria comprar da MAC ainda, por motivos de dinheiross, mas resolvi arriscar na Revlon por puro desespero. Porém, eu não lembrava de qual tom eu tinha escolhido em São Paulo.

Mas já adianto uma dica: escolher base não pode ser um processo solitário HAHAAH nunca vá comprar base sozinha. Leve alguém de confiança para analisar o tom, subtom e etc em você. Errei em comprar sozinha, por isso já falo logo: eu errei no tom da base! HAHAHAAHAH e pra piorar, depois achei no meu celular o tom que eu tinha gostado e era BEM diferente do que eu comprei! 

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A base escolhida erroneamente foi a 320 para pele mista e oleosa. Ela tem um fundo rosado e definitivamente não é pra mim. Mas saca só a cobertura dela!

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Sem maquiagem x na luz natural x na luz artificial

O aspecto das texturas das espinhas sumiram e com essa base não é preciso grande quantidade para cobrir o rosto todo. Percebi também que é possível construir camadas sem deslocar a camada anterior. 

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Sem base x com base

No meu lado esquerdo tenho sofrido bastante com a hiperpigmentação das espinhas e tem deixado umas manchas que tem me incomodado bastante. A mancha mais escura perto da linha do maxilar usei um corretivo (que também vai sair resenha!) mas a base no geral teve uma ótima cobertura. Deixou tudo bem uniforme e sem marcas.

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Ali em cima do meu lado direito, bem na têmpora dá pra ver marca de espinha quase no fim da sobrancelha. Eu não usei corretivo e cobriu muitíssimo bem apenas com a base. 

Assim que passei a base na pele, pude perceber uma rápida absorção do produto. Não tive a sensação de estar com uma película no rosto, muito pelo contrário! Até esquecia que estava de maquiagem. 

Mesmo não precisando, eu sou viciada em pó compacto e comprei da linha da Revlon. Porque eu sinto uma tremenda necessidade em selar tudo hahahaha Não senti que o pó adicionou cor na base e mesmo ela sendo matte, o pó não craquelou e nem acumulou. 

Eu confesso que gostei muito da Revlon, me surpreendeu positivamente! Passei mais de 6 horas com ela e foi zero transferência. Só mesmo na ponte do óculos (parte que fica no nariz) que sempre transfere e deixa marca. Mas isso todas as bases fazem, então nem esquentei com isso.

Depois de 6 horas usando, não fiquei ressecada nem nada. A pele continuava plena e sem a sensação de ter me envelhecido 60 anos! 

Também gostei da anatomia do produto. É de vidro, com capacidade para 30 ml, além de ter gravado na própria embalagem o prazo de validade! É muito importante isso, pois acho bem chato quando só vem na caixa. Outra coisa que gostei bastante foi o bump dela. Você aperta e sai uma quantidade suficiente. Não é daqueles que espirra produto, sabe como?! E vem com uma tampa para proteção.

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Agora vamos falar da parte negativa dela?

Minhas amigas que chegaram nessa parte do texto, essa base gruda mais que praga de mãe. Eu usei o sabonete da Mary Kay que tira qualquer make pesada e fiquei com uma sensação estranha no rosto enquanto tomava banho. Fui me olhar no espelho e levei o maior susto! O produto não saia de jeito maneira!

Eu fiquei meio desesperada, porque eu não tinha nenhuma solução oleosa pra tirar o reboco! haahah Por isso, eu precisei esfregar demais, usar força física pra retirar a base. E ela gruda tudo que tá embaixo da base, logo, o meu corretivo também não saia de jeito maneira! Daí fiquei com aquela cara rosada! Cômico se não fosse trágico!

Então eu descobri que para demaquilar será preciso uma solução oleosa, que pode ser óleo de coco ou algum demaquilante bifásico. Fazendo isso, ela sai que é uma maravilha! Com isso, fiquei meio encucada, porque quem já tem pele oleosa usar produto oleoso para tirar maquiagem deve ser um pouco complicado.

Olhei também no site CosDNA para saber a reputação dela e alguns itens são preocupantes na sua formulação, pois pode causar acne. Pra ver o resultado do desempenho dela no CosDNA, só clicar aqui!

Se eu tivesse comprado no subtom certo, com certeza seria uma base que eu amaria muito! Na maioria dos lugares que eu achei a Revlon Colorstay para vender, só achei variedade de subtom rosado. E o preço médio de R$75,90.

Mas afinal, essa base tem o Selo Musa de Qualidade?! E a resposta é…

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Siiim!! Então se você está a procura de uma base sequinha, com ótima cobertura e acabamento matte, é só achar a cor certinha que vai ser só amor!!!

E se você já experimentou, me conta qual foi a sua experiência!!

Beeeijo

Rah

Gol atualiza serviço de bordo!

Serviço de bordo não precisa ser sinônimo de comida ruim, né?!

Visando o conforto do Cliente e principalmente em aumentar as opções do cardápio gratuito, a Gol anunciou em seu site que está atualizando seu serviço de bordo com mais um novo item: snacks de Maizena da linha Grãos do Bem!

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Essa linha é composta por biscoitos integral, que contém Quinoa, Aveia, Chia, Milho e Amaranto. E vem em três sabores: Cacau, Leite e Cereais e Maçã com Canela. E veio como um complemento para a linha orgânica já servida no serviço de bordo, que são os snacks Tribos Azeite e Ervas e o Zooreta Cacau para as crianças. 

Esse produto será ofertado em voos saindo de São Paulo dos aeroportos de Congonhas e Guarulhos para 52 destinos brasileiros diferentes.

O bacana é que a Gol tem investido mais nesses lanchinhos de pegada mais leve, mais fit! Até porque comida pesada + pressurização é uma coisa que não combina!!!

Espero que tenham gostado!

Beeeijo

Rah

Por que andamos sempre igual?

Tem aquela sensação de estar vestida sempre igual?! Esse post aqui é pra você!

Uma das coisas que mais fazemos praticamente a nossa vida toda é escolher uma roupa para vestir. Não é um dom natural fazer boas escolhas – ainda mais que o mercado é agressivo no must have e nos lotam de propagandas – porém, é algo que se aprimora na prática!

Esses dias tenho me dedicado bastante estudando sobre roupas, principalmente a parte mais “psicológica e sociológica” do negócio. E um ponto interessante que tenho lido é sobre porque nos vestimos sempre com as mesmas combinações.

Vale lembrar que repetir roupa não é nenhum problema, muito pelo contrário! Criar novas combinações com aquilo que já temos em nosso armário é um exercício de criatividade e tanto! Além de ser sustentável, haja vista que a indústria da moda é uma das menos ecológicas e as relações de trabalho podem ser um tanto crueis.

Porém a questão é: Por que fazemos sempre a mesma combinação de peças?

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E é justamente isso que nos dá a sensação de repetir roupa, pois tendemos sempre a escolher tal camisa para usar com tal calça. Pronto, engessamos a peça sem nem perceber. E depois de um tempo a gente abre o armário e diz a famosa frase: “Não tenho nada pra vestir!” Não é mesmo?! Todo mundo passa por isso de vez em quando!

É muito natural do ser humano gostar do conforto, inclusive nosso cérebro é “programado” pra isso. A zona de conforto traz a sensação de que tudo está sob controle e como não há uma crise ou necessidade, a gente raramente utiliza a nossa criatividade quando estamos bem acomodadinhas.

Escolhas nas quais já estamos acostumadas e que já temos a certeza qual será o resultado, reflete bem o motivo de sempre fazermos as mesmas combinações de peças. De acordo com Pareto, criador do Princípio de Pareto ou regra dos 80/20, “para muitos eventos, aproximadamente 80% dos efeitos vêm de 20% das causas.” 

Levando isso para a moda e para o nosso guarda-roupa, isso significa que 80% do nosso tempo usamos 20% do que está no nosso armário. Isso soou familiar? rsrs

Essa super zona de conforto, a consultora de Imagem Vivi Cardinali chama de inércia do estilo pessoal, ou como ela mesma diz, preguiça. Mas acho preguiça um termo muito forte. Prefiro dizer que não está na nossa lista de prioridades, até porque somos quase que moldados a fazer as coisas bem no automático e sabemos que fazer uma autoanálise e principalmente planejar um armário coeso demanda tempo e esforço!

E como que a nossa zona de conforto se materializa? Quando a gente jura que tem um guarda roupa versátil só porque temos 47 camisas brancas onde elas se diferem apenas em detalhes, ou quando temos inúmeras calças jeans ou calças pretas. Thais Farage (consultora de estilo) diz que ninguém precisa de 10 calças jeans, pois a mensagem sempre será a mesma, pois no fim das contas sempre vamos estar vestidas com uma calça jeans.

Há também quem compre um look numa loja e usa sempre da mesma forma que estava na vitrine ou como a vendedora orientou. Nossas roupas devem conversar com as outras peças que temos! 

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E quais são os fatores que ajudam na sensação de “não tenho nada pra vestir”?

1. Desorganização do armário: independente do tamanho dele! Armário abarrotado, onde você não consegue visualizar tudo que tem com certeza vai te fazer cair nos 80/20 lá de cima!

2. Excesso de roupas: e se você for analisar, vai perceber que tem várias peças bem parecidas ou até mesmo iguais! E normalmente quando uma peça estraga ou quando ela é descartada, tendemos a substituí-la ao invés de procurar no nosso armário opções.

3. Você não tem tudo que ama: aqui é autoanálise pura! Fazer a Marie Kondo e avaliar tudo que tem não é para os fracos rsrsrs Detox no armário exige tempo e disposição. Mas afirmo, vale a pena demais!!

4. A peça que não tem folga: sabe aquelas roupas que usou, lavou, secou você já ta usando de novo?! Pois é! Que tal darmos uma folguinha pra ela e usarmos outras peças do nosso armário?!

5. Compramos a peça errada: quando vamos às compras, é preciso comprar a peça para a nossa vida real e não para aquela que um dia quem sabe vamos ter. Sair de casa com o pensamento vida real x vida ideal reduz bastante a nossa chance de levar roupas erradas para casa! E também não devemos comprar quando estamos ansiosas ou só porque a roupa estava na liquidação, hein!

Como superar isso?!

A palavra-chave é planejamento e a combinação de peças é o ponto inicial! É preciso planejar o guarda-roupa, as compras e os looks. Confesso que tenho preguiça de planejar looks e admiro muito quem pensa no que vestir um dia antes! Acho que como eu não tenho o costume de fazer isso, acho o processo bem demorado e não está nas minhas prioridades – ainda – de exercer plenamente a criatividade!

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Hahahah

Porém, o processo de planejar o armário e as compras são os meus preferidos! Adoro fazer uma limpa nele. Perdi o hábito de comprar por comprar e eu realmente me questiono muito a viabilidade de levar a peça pra casa!

No fim das contas não tem muito mistério! Combinar peças é o pulo do gato, usá-las de formas diferentes e acima de tudo se perceber nesse processo. Uma camiseta divertida pode ficar muito bacana com saia social, é claro se isso for coerente com seu estilo! Acho que vale a tentativa!

Espero que tenham gostado do post!!!

Beeijo

Rah

 

É tendência! Tiara almofadada!

Thássia Naves usou, a Prada desfilou e agora você acha até no Xing Ling mais próximo de você!

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Eu definitivamente não sou a pessoa que ama acessórios. Meu máximo são meus milhões de anéis, mas acessórios na cabeça?! Pra mim é sinônimo de desconforto, ainda mais que eu uso óculos!

E pra eu pensar em usar algo na cabeça tem que ser muito confortável e quando eu olho essas tiaras (ou arquinhos, dependendo de onde você lê essa matéria), parece que no fim das contas você vai estar morrendo de dor de cabeça e com a cabeça quente.

Mas uma coisa é inegável, elas estão voltando com tudo em várias roupagens bem como outras inúmeras tendências dos anos 90.

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Então se você curte acessórios e se amarra numa tendência, vem ver algumas inspirações de como usar e onde encontrar!

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Esse tipo de acessório pra mim pode causar inúmeros impactos e tudo isso vai depender das cores, da espessura, do tecido da tiara que você escolher para chamar de sua. Vimos essa moda chegar bem tímida com as tiaras de nózinho, mas agora elas estão bem mais aparecidas!

Tentei pegar referências de looks monocromáticos, preto e branco e mix de cores pra mostrar que não é algo de outro mundo tentar montar looks com ela!

Mas onde achar?

Achei no site da Zattini

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Achei também no site da Pri Schiavinato

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E claro, tem também na loja da minha amiga Raíssa lá de Três Corações que vende pro Brasil todo! Clica aqui pra ver as peças dela!

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Em lojas do centro de BH também já vi algumas! Então é só sair em busca da sua!

E na sua opinião, essa tendência é bom ou bomba?!

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Espero que tenham gostado do post!

Beeeijo

Rah